VISITE TAMBÉM O NOSSO SITE WWW.LABHORMON.COM.BR

Influenza A/H1N1

-A +A
04 de maio de 2016 | Por: Lab Hormon

O vírus H1N1 foi o responsável pela pandemia mundial de 2009, e é altamente contagioso e traz risco de complicações que podem levar a morte

A gripe por influenza A (subtipo H1N1) é uma doença respiratória e contagiosa, cuja transmissão ocorre principalmente por aerossóis que são geralmente expelidos por indivíduos doentes ao tossir ou espirrar. O contato com superfícies contaminadas por secreções respiratórias de pessoas infectadas também pode transmitir a doença.

O vírus H1N1 aparece sazonalmente entre os humanos. Ainda que este vírus esteja presente em suínos, a contaminação não ocorre pela ingestão de carne de porco e derivados.

A população precisa ficar atenta aos sintomas, principalmente as pessoas dos grupos de risco, visto que complicações graves podem ocorrer principalmente em pessoas imunocomprometidas, crianças com menos de 2 anos de idade, adultos acima de 60 anos e gestantes.

De acordo com o boletim divulgado pelo Ministério da Saúde, até o dia 9 de abril deste ano, foram registrados 1.012 casos de síndrome respiratória aguda grave provocados pela influenza A (H1N1).

Em duas semanas o número de óbitos mais que dobrou, passando de 71, até 26 de março, para 153 casos. Com relação ao número de óbitos por região, São Paulo segue no topo da lista, com 91 registros, seguido por Santa Catarina (10) e Goiás (9).

A vacinação é a melhor forma de se prevenir contra a influenza A (Foto: Osnei Restio/Pref. de Nova Odessa)

A vacinação é a melhor forma de se prevenir contra a influenza A (Foto: Osnei Restio/Pref. de Nova Odessa)

Sintomas

A manifestação clínica da gripe H1N1 é semelhante ao da gripe normal, incluindo tosse, febre, dor de garganta e cabeça, cansaço, dor muscular e fadiga. Entretanto, um dos principais sintomas da H1N1 é a febre alta e repentina.

A infecção também pode ser assintomática e passar despercebida ou até mesmo ser confundida como um resfriado normal. A principal complicação da gripe H1N1 é decorrente de crises de insuficiência respiratória, que pode levar o paciente a óbito quando não diagnosticada e tratada em caráter de urgência.

Diagnóstico

A técnica de diagnóstico preconizada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para confirmação laboratorial do Influenza A(H1N1) é a RT-PCR e são analisadas amostras de secreções respiratórias.

Como é o tratamento do H1N1?

O tratamento consiste em uma boa hidratação, repouso e uso de medicamento antiviral específico.

Idosos, crianças, gestantes, portadores de doenças crônicas como o diabetes e insuficiência renal, transplantados, soropositivos e doentes com câncer em tratamento com quimioterapia costumam desenvolver complicações graves quando contraem gripes e, por isso, precisam tomar o antiviral.

Um dos antivirais utilizado no tratamento é o Oseltamivir (mais conhecido pela marca Tamiflu), distribuído pela rede pública para hospitais e unidades básicas de saúde.

Para que a eficácia do medicamento seja maior, é importante que o paciente consiga tomar a medicação nas primeiras 48 horas do início dos sintomas..

Prevenção

Pacientes diagnosticados com H1N1 devem permanecer em casa e evitar locais e contato próximo com outras pessoas.

Outros tipos de cuidados também auxiliam na prevenção, como lavar bem as mãos depois de tossir e espirrar e evitar tocar olhos, nariz e boca.

Vale ressaltar que, a orientação das crianças para que adotem estes costumes é de extrema importância para evitar não só a gripe H1N1 mas diferentes tipos de doenças já que é desta forma que ocorre a disseminação de muitos microorganismos.

Ademais, a vacinação é a melhor forma de se prevenir contra a influenza A, e seguindo a recomendação do Ministério da Saúde está disponível na rede pública gratuitamente para os grupos abaixo:

Idade igual ou superior a 60 anos;

Crianças de 6 meses a menores de 5 anos de idade;

Gestantes;

Puérperas;

População indígena;

Funcionários e população carcerária;

Portadores de doenças crônicas;

Trabalhadores da área da saúde.

A vacina administrada é a trivalente, que protege contra os vírus influenza A (H1N1 e H3N2) e influenza B.

Curiosidade

Uma pandemia ocorre quando uma doença infecciosa atinge grande parte de uma população de uma determinada região (cidade, estado, país) podendo ter até mesmo um alcance global. Os principais exemplos de doenças pandêmicas foram a peste negra na Europa no século XIV e a gripe espanhola entre os anos de 1918 e 1919, ambos casos levaram a contaminação e óbito de um enorme número de pessoas.

 

Marcel Alex Machado, biomédico e colunista do Jornal Gazeta de São Paulo

Marcel Alex Machado, biomédico e colunista do Jornal Gazeta de São Paulo

http://marcelmachado.com.br/2016/04/28/influenza-h1n1/

 

 

Teste para intolerância alimentar a 200 alimentos disponível no LAB HORMON!

-A +A
03 de maio de 2016 | Por: Lab Hormon

A200 – É o estudo da intolerância a mais de 200 alimentos diferentes e habituais na dieta do Mediterrâneo, consumidos normalmente por nós, brasileiros.

O TESTE PARA INTOLERÂNCIA ALIMENTAR PARA 200 ALIMENTOS MEDIADO POR IGG – A200, pode ser muito importante tendo em consideração o grupo de patologias descritas, onde se observam melhoras relatadas por pacientes no mundo inteiro apenas pela supressão do alimento que as origina.

Ao suprimir estes alimentos pode iniciar uma nova vida:

+ Saudável
+ Energia
+ Bem Estar

Melhor Qualidade de Vida

Será que eu tenho Intolerância Alimentar?

Há condições clínicas que se podem relacionar com processos de intolerância alimentar e em que a supressão da ingestão do alimento provoca melhorias significativas, em mais de dois terços dos casos:

Perturbações gastrointestinais
Dores abdominais, cólicas abdominais, obstipação, diarreia, aerocolia e cólon irritável (sintomatologia mais frequentemente associada à intolerância alimentar).

Processos dermatológicos
Acne, eczema, psoríase, urticária e prurido.

 

Transtornos psicológicos
Ansiedade, letargia, depressão, fadiga, náuseas e hiperatividade (nas crianças).

 

Perturbações neurológicas
Cefaleias, enxaquecas, tonturas e vertigens.

 

Perturbações respiratórias
Asma, rinite e insuficiência respiratória.

 

Outros
Artrite, fibromialgia, inflamações articulares.

Inicie uma Vida Saudável com Qualidade e Bem Estar

Com os resultados personalizados do teste a200 identifique quais os alimentos que deve evitar.

Com uma simples coleta de sangue é possível obter resultados personalizados, fáceis de interpretar, com base numa lista de mais de 200 alimentos da Dieta do Mediterrâneo. Aconselhamos o acompanhamento do seu Médico/Nutricionista e poderá contar com o apoio do Lab Hormon.

Afinal… para ter uma Vida Saudável tem que conhecer os alimentos que prejudicam a Sua Saúde!

HIPERTENSÃO ATINGE 30 MILHÕES DE BRASILEIROS. HOJE É DIA DE EXAMES

-A +A
26 de abril de 2016 | Por: Lab Hormon

Doença afeta coração, cérebro, rins e artérias dos membros inferiores, entre outros pontos do organismo

Dados do Ministério da Saúde mostram que a hipertensão arterial afeta cerca de 25% da população brasileira. Segundo o cardiologista Tomás Mesquita, do Hospital Jayme da Fonte, algumas pessoas têm predisposição à hipertensão – ou possuem hábitos que podem provocar o aparecimento da doença ou acelerar seu surgimento. “O histórico familiar de hipertensão arterial em vários membros da família sinaliza como um forte marcador para o aparecimento dessa doença em seus descendentes”, esclarece o profissional. Mesquita ainda ressalta, que no Brasil a primeira complicação da hipertensão é o AVC.

Além da genética, a hipertensão também pode ser provocada pela obesidade, consumo de bebidas alcoólicas, estresse, grande consumo de sal, falta de atividade física, sono inadequado e uso de drogas ilícitas. “Uma dieta rica em sal, gorduras e frituras; a falta de atividade física regular (sedentarismo), a obesidade e a utilização de anti-inflamatórios de forma indiscriminada são fortes fatores favoráveis à provocação dessa doença”, ressalta. “A hipertensão arterial é uma doença traiçoeira e 70% dos pacientes não apresentam sintomas”, afirma o cardiologista.

Para prevenir o problema, a principal mudança deve ser no estilo de vida, pois essa atitude já consegue controlar a pressão arterial em 60% dos casos. Mas reduzir a quantidade de sódio da alimentação, substância que aumenta e mantém a pressão em níveis mais altos, também é de extrema importante. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o ideal é o consumo de 2 gramas de sódio (o equivalente a 5 gramas de sal). Porém, os brasileiros consomem muito mais do que o recomendado.

O coração, o cérebro, os rins e as artérias dos membros inferiores são as grandes vitimas da hipertensão. Entre as complicações causadas pela doença, podemos citar: enfarte do miocárdio, acidente vascular cerebral, insuficiência cardíaca, insuficiência renal, angina de peito, claudicação dos membros inferiores (dor e cansaço nas pernas aos esforços. Nos casos extremos, os sintomas dolorosos podem ocorrer mesmo em repouso), esclarece Tomás.

A hipertensão tem cura (por meio de tratamento cirúrgico) apenas para os pacientes com a Hipertensão Arterial Secundária, que representam apenas 5% da população hipertensa. “Os outros 95% dos hipertensos estão classificados no grupo dos portadores de Hipertensão Arterial Primária. Nessa situação não há cura, e sim controle dos níveis tensionais, o que é realizado através da administração de drogas especificas, mudanças no estilo de vida, hábitos alimentares saudáveis, controle do peso e prática de exercícios regularmente”, explica o cardiologista.

26/04 – Dia Nacional de Prevenção e Combate a Hipertensão Arterial

-A +A
| Por: Lab Hormon

1) O QUE É PRESSÃO ARTERIAL?

Pressão arterial é a pressão exercida nas artérias durante a condução do sangue do coração aos outros órgãos. Possuímos uma pressão mínima para fazer o sangue circular de maneira ideal e é importante ficar atento aos limites das artérias para que não seja prejudicial a saúde.

A grande preocupação mundial é com o valor normal da pressão, pois a hipertensão arterial é uma doença muito prevalente. Estatisticamente, ela atinge em média 35% da população mundial. Na faixa etária dos 60 a 70 anos, atinge 50%. Acima de 70 anos, até 75% das pessoas. Principalmente porque a população idosa é a maior atingida por fatores variados, como genética, estilo de vida, alimentação e idade.

Neste contexto, o grande risco é porque a hipertensão é uma doença silenciosa e, muitas vezes, o paciente não sabe que tem uma pressão alta, com valores considerados acima dos normais, pois não apresenta sintomas.


2) POR QUE DEVEMOS TER A PRESSÃO ARTERIAL 12 POR 8?

Temos como valor normal de pressão o 120×80 mmHg (12 por 8). Porém, não existe um valor exato que seja o ideal, pois existem tolerâncias com valores superiores e inferiores. O primeiro valor corresponde à pressão arterial sistólica, que é quando o coração bombeia o sangue pelas artérias, e o segundo valor é a pressão arterial diastólica, na fase de relaxamento do sistema.

Contudo, a partir do valor de pressão 130×85 mmHg consideramos que esta pressão não está mais normal e é necessário tomar mais cuidado. Acima desse valor é preciso ficar atento, sendo que, da faixa de 130 mmHg a 140 mmHg é considerado pré-hipertensão, e acima de 140×90 mmHg já temos a doença em seus vários estágios:

Hipertensão leve: 140×90 mmHg a 160×100 mmHg.

Hipertensão moderada: 161×101 mmHg a 180×110 mmHg.
Hipertensão grave: acima de 180×110 mmHg.

Abaixo do valor considerado normal (130×85 mmHg) buscamos sempre pelo 120×80 mmHg, principalmente naqueles pacientes que possuem outras comorbidades (doenças), pois este é compreendido como valor ideal para não gerar problemas futuros. O valor dito recentemente de 110×70 mmHg entra neste contexto apenas porque quanto mais controlado, melhor será.

3) A HIPERTENSÃO TEM CURA?

Não. Na hipertensão não falamos de cura. Existe apenas o controle.

Essa doença apresenta dois grupos de fatores de risco: os modificáveis e os não modificáveis. Os modificáveis são aqueles em que podemos atuar, como a alimentação, ingestão de sal, obesidade, qualidade de vida, estresse e exercícios físicos. Já os não modificáveis são aqueles que independentemente do que fizermos, não conseguiremos mudar, como a genética e idade, por exemplo.

Em cima desses fatores não conseguimos atuar até uma cura definitiva. O paciente diagnosticado com hipertensão precisa de um acompanhamento pelo resto da vida. Se não houver o controle, e ele abandonar o tratamento, os níveis pressóricos elevados voltam a se apresentar e é preciso retomar com a medicação.

4) O QUE PODE SER FEITO PARA CONTROLAR A HIPERTENSÃO?

É preciso trabalhar primeiramente com os fatores de risco modificáveis. Mas o paciente precisa ter consciência de que somente a mudança de hábitos de vida muitas vezes não é suficiente e, ainda assim, é preciso fazer uso da medicação.

Um grande fator de risco é a obesidade e, neste contexto, podemos atuar na alimentação e atividade física. A alimentação é capaz de controlar a obesidade e também melhorar alguns fatores que influenciam na pressão, como a ingestão de sal (sódio). Costumamos dizer que a primeira atitude do hipertenso é eliminar o saleiro da mesa! Principalmente nós brasileiros, que já preparamos a comida com muito sal. Também é preciso eliminar ou reduzir o consumo as comidas industrializadas com muito sódio, como batatas fritas, enlatados e refrigerante zero.

A atividade física é parte importante no controle porque além de ajudar no controle do peso, ao mesmo tempo influencia diretamente no controle da pressão gerando um melhor funcionamento do organismo como um todo. Se o hipertenso que estiver com a pressão controlada não tem nenhuma outra doença de base que seja contra indicação, ele pode praticar atividades físicas sem problema algum. O ideal é que se pratique no mínimo 30 minutos de exercícios aeróbicos 5 dias na semana, ou algo em torno de 2 horas e meia por semana. Para quem vai começar, é preciso iniciar na intensidade mais leve dos exercícios e ir aumentando aos poucos.

O tabagismo também influencia no controle pressórico devido à relação direta do efeito do tabaco em cima das artérias. Porque ele favorece tanto a arteriosclerose (envelhecimento das artérias, tornando-as mais rígidas e leva a tesão para cima) e a aterosclerose (depósito de placas de gorduras nas artérias).

O estresse como outro fator de risco torna o organismo um pouco mais hiperdinâmico, o que pode favorecer o aumento da pressão.

E por fim utilizamos todo um arsenal medicamentoso, que temos disponíveis nos dias de hoje, que são na maioria das vezes essenciais nesse controle.

5) O QUE VOCÊ CONSIDERA COMO O MAIS IMPORTANTE PARA O HIPERTENSO SABER NESTE DIA? 

Em primeiro lugar, que a pressão precisa ser cuidada e acompanhada pelo resto da vida. Pois a hipertensão arterial é uma doença grave, extremamente prevalente, sem cura e que se não for controlada leva a diversos outros problemas de saúde.

O hábito de fazer a medida da pressão arterial deve ser incorporado a vida até mesmo das pessoas que não possuem um diagnóstico de hipertensão. Isso é importante porque se caso houver alteração, será identificado precocemente. Portanto, sempre que possível, todos devem fazer essa medição.

O paciente com hipertensão tem a obrigação de medir a pressão com um controle mais rigoroso, de uma a três vezes por semana. Já pessoas mais jovens, podem ter um espaçamento menor nesse monitoramento, mas nunca ficar mais de 1 ano sem realizar uma medida. Sendo que esse intervalo deve ser menor, se você tem fatores de risco importantes (obesidade, tabagismo, diabetes, por exemplo).

É preciso ter consciência que a hipertensão é uma doença silenciosa e que não apresenta sintomas na maioria das vezes. Estes surgem somente em casos mais graves, ou casos de elevação abrupta da pressão, onde o sintoma mais comum é o relato da cefaleia.

E, se a pressão não for controlada, ela favorece os dois processos das artérias ditos anteriormente: a arteriosclerose e aterosclerose. E em longo prazo, se torna um importante causador de lesões em outros órgãos, e também doenças, que podem ser irreversíveis, como insuficiência renal, retinopatia (que causa lesão visual), diversos graus de insuficiência cardíaca, além de doenças que quando não fatais, podem trazer sequelas definitivas, como infarto, AVC (acidente vascular cerebral), etc.

Fonte: www.hermespardini.com.br

OMS diz que Zika está em queda no Brasil mas, pode crescer no mundo.

-A +A
| Por: Lab Hormon

Fonte: g1.com.br

A Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou nesta segunda-feira (25) que a epidemia de zika está claramente em regressão no Brasil. A entidade acredita, no entanto, que o número de casos de pessoas afetadas pelo vírus pode aumentar “significativamente” nos próximos meses no mundo.
A queda nos registros no Brasil está provavelmente relacionada com o fim do verão, de acordo com a France Presse. “A epidemia está em uma fase descendente no Brasil”, afirmou Marie-Paule Kieny, subdiretora-geral da OMS, em coletiva de imprensa em Paris. “O mesmo acontece na Colômbia e Cabo Verde”, acrescentou.

No entanto, observou que é impossível no momento saber se haverá uma reativação do vírus no futuro e uma propagação para outras zonas ainda não infectadas. No Brasil, foram registrados 1,5 milhão de casos de zika e o vírus se estendeu a muitos países da América Latina.
Com o início na Europa da temporada dos mosquitos, “a possibilidade de uma transmissão local combinada com prováveis transmissões por via sexual poderia provocar um aumento significativo do número de pessoas afetadas pelo zika e das complicações que isto representa”, afirmou Marie-Paule. No entanto, os cientistas não esperam uma pandemia na Europa este ano.

“Na medida em que as temperaturas começam a aumentar na Europa (com a aproximação do verão no hemisfério norte), duas espécies de mosquitos Aedes, conhecidas por transmitir o vírus, vão começar a circular”, disse Kieny. “O mosquito não tem fronteiras”, completou.

Aedes aegypti, mosquito transmissor de zika, dengue, chikungunya e febre amarela, é visto sobre pele humana em laboratório (Foto: Luis Robayo/AFP)

Aedes aegypti, mosquito transmissor de zika, dengue, chikungunya e febre amarela, é visto sobre pele humana em laboratório (Foto: Luis Robayo/AFP)

De três a quatro milhões de casos de zika são esperados no continente americano. Por enquanto, apenas alguns casos foram relatados na França e em seis países europeus.
No entanto, um aumento significativo no número de casos poderia ser observado em áreas do mundo ainda não atingidas pela epidemia, advertiu a OMS.
Mais de 600 cientistas participam nesta segunda e terça-feira (26) de um colóquio internacional sobre o vírus da zika, no Instituto Pasteur de Paris.

Os cientistas tentam determinar quanto tempo o vírus pode permanecer no corpo humano, o grau de risco de transmissão por via sexual e a lista completa de doenças que pode causar.

Também devem falar sobre o vínculo do vírus com a microcefalia, uma patologia que provoca danos cerebrais graves nos recém-nascidos, e com a síndrome Guillain-Barré, que pode provocar paralisia e morte.

A OMS já declarou esta doença uma “emergência de saúde pública de alcance internacional”.

O vírus da zika, transmitido pelo mosquito Aedes aegypti, provoca muitos problemas na América Latina desde 2014, mas também preocupa a Europa, apesar da maioria dos casos da doença ser considerada leve.

Segundo o Instituto Pasteur, 1,5 milhão de casos foram contabilizados no Brasil, principal foco da epidemia. De três a quatro milhões de casos estão previstos para o continente americano.

Síndrome de Down

-A +A
14 de abril de 2016 | Por: Lab Hormon

Normalmente, cada célula somática humana contém 23 pares de cromossomos. Um cromossomo de cada par é originário do pai e o outro, da mãe. Indivíduos com síndrome de Down (SD) apresentam 47 cromossomos em suas células, ao invés de 46. Eles possuem uma cópia extra (completa ou parcial) do cromossomo 21 (trissomia 21)

 Características

As pessoas com SD apresentam um amplo espectro de sintomas clínicos, que resultam de problemas cognitivos, físicos e fisiológicos, atribuídos à perda do equilíbrio genético ou a uma dose excessiva dos genes localizados no cromossomo 21. As diversas características clínicas podem variar em severidade ou expressividade. Tipicamente, uma criança com síndrome de Down irá apresentar um perfil facial “achatado”, fissuras palpebrais inclinadas para cima, orelhas menores e displásicas, língua protusa, hipotonia muscular, baixa estatura e alterações no formato das extremidades superiores e inferiores.

Pacientes com síndrome de Down geralmente apresentam malformações congênitas cardíacas e gastrointestinais, perda auditiva significativa, além de uma incidência aumentada de casos de leucemia. Além disso, estas pessoas desenvolvem marcadores neuropatológicos da doença de Alzheimer em uma idade muito mais precoce em relação a indivíduos sem trissomia 21. A causa deste fenômeno parece ser devida à presença de presença de uma maior dose do gene APP (que codifica para a proteína precursora amiloide), localizado no cromossomo 21.

No entanto, a principal característica da síndrome de Down é a deficiência intelectual ou dano cognitivo, com comprometimento da aquisição da linguagem e da expansão do conjunto de habilidades cognitivas. Sem estas ferramentas adequadas, indivíduos com SD são prejudicados em aspectos importantes de suas funções adaptativas e participação na sociedade.Trissomia-21

Causas

Cerca de 90-95% dos indivíduos com trissomia 21 apresentam 3 cópias do cromossomo 21. Em aproximadamente 5% dos pacientes, ocorre uma translocação envolvendo o cromossomo 21. E, em 2-4% dos casos, há um mosaicismo reconhecível para uma linhagem celular trissômica e outra normal, ou seja, a cópia extra do cromossomo 21 está presente em algumas células do indivíduo. Em geral, indivíduos com mosaicismo que apresentam uma maior porcentagem de células com trissomia 21 tendem a apresentar mais sintomas clínicos associados à síndrome de Down do que aqueles com menor proporção de células trissômicas.

Prognóstico

A taxa de sobrevivência de pacientes com síndrome de Down tem apresentado um aumento considerável nas últimas décadas, com uma expectativa média de vida de aproximadamente 60 anos. Pessoas com trissomia 21 em mosaico apresentam uma menor taxa de mortalidade quando comparadas àquelas com trissomia 21 padrão ou com translocações Robertsonianas.

Frequência e riscos

A SD ocorre a uma frequência média de 1/700 – 1/800 nascidos vivos. No entanto, o risco de uma pessoa ter um filho com trissomia do cromossomo 21 aumenta de acordo com a idade materna. Uma mulher que tem um filho com SD apresenta uma chance de aproximadamente 1/100 de ter outra criança com esta condição.

Trissomia-21-livre

Diagnóstico

Recentemente, avanços nas metodologias de triagem pré-natal e testes diagnósticos têm auxiliado na detecção precoce e gerenciamento adequado de fetos com síndrome de Down. Exames de triagem pré-natal indicam a probabilidade de uma mãe ter um bebê com SD, enquanto que testes diagnósticos identificam se o bebê apresenta esta condição. Caso os resultados da triagem pré-natal indiquem um alto risco de o bebê ser afetado pela SD, a realização de testes diagnósticos deve ser considerada.

Tratamento

Programas especiais direcionados a pacientes com síndrome de Down estimulam o desenvolvimento de suas habilidades cognitivas e motoras. A intervenção precoce pode fazer grande diferença na qualidade de vida de crianças com SD.

REFERÊNCIAS

Papavassiliou P, Charalsawadi C, Rafferty K, Jackson-Cook C. Mosaicism for trisomy 21: a review. Am J Med Genet A. 2015; 167A (1): 26-39.

Roper RJ, Reeves RH. Understanding the Basis for Down Syndrome Phenotypes. Plos Genetics 2006; 2 (3): 0231-0236.

Fernandez F, Reeves RH. Assessing Cognitive Improvement in People with Down Syndrome: Important Considerations for Drug-Efficacy Trials. In: Kantak KM, Wettstein JG. Handbook of Experimental Pharmacology 228: 335-380. Springer International Publishing, 2015.

Fonte:http: //marcelmachado.com.br/2016/03/28/s-down/

Meningites exigem diagnóstico e tratamento rápidos

-A +A
| Por: Lab Hormon

A meningite é uma doença que atinge o sistema nervoso central em decorrência da inflamação do tecido cerebral e medula espinhal, sendo causada principalmente por infecção bacteriana ou viral

A meningite é a inflamação das meninges, membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal. Esta inflamação pode ocorrer por lesão física, uso de certos medicamentos ou, neoplasias, mas em geral ocorre por infecção bacteriana, viral, fúngica ou parasitária.

A doença pode acometer pessoas de qualquer idade, porém a atenção está voltada para crianças menores de cinco de idade e idosos.

Há uma preocupação maior associada à meningite bacteriana causada pela Neisseria meningitidis, pois esta bactéria é altamente contagiosa e pode levar à morte. Em alguns casos, quando a meningite bacteriana é diagnosticada tardiamente, ela pode deixar sequelas severas.

A incidência da meningite bacteriana é maior em países em desenvolvimento e principalmente em regiões mais populosas, devido à precariedade das condições de serviços de saúde.

Tipos de meningite

A meningite bacteriana é causada principalmente pelas bactérias Neisseria meningitidis, Streptpcoccus pneumoniae e Haemophilus influenzae.

Outros tipos de bactérias também podem causar a doença como, por exemplo, estreptococos do grupo B, bacilos gram-negativos, Listeria mocytogenes e Staphylococcus aureus.

Já a meningite viral apresenta menor gravidade quando comparada a bacteriana e as pessoas infectadas normalmente evoluem à cura em 5 a 10 dias. Os vírus mais comuns que causam este tipo de meningite são do gênero Enteroviridae, mas outros como o herpes simples, caxumba e arbovírus também podem causar a doença, porém com menor frequência.

A vacinação é a forma mais efetiva de prevenção contra a meningite ( Foto: Divulgação )

A vacinação é a forma mais efetiva de prevenção contra a meningite ( Foto: Divulgação )

Transmissão

A transmissão da meningite bacteriana ocorre na maioria dos casos pelo contato direto com secreções de pessoas infectadas, como por exemplo, secreções nasais, gotículas expelidas ao tossir ou espirrar e até mesmo pelo beijo. Também é possível o contágio ao dividir talheres e copos com pessoas doentes, e outros objetos de usos pessoais.

Além da contaminação pelo contato com pessoas infectadas, a meningite viral pode ser ocasionada ainda quando o indivíduo apresenta uma infecção que se multiplica na corrente sanguínea e atinge o sistema nervoso central.

Sintomas

A gravidade e o tratamento das meningites diferem, mas para que o paciente não apresente sequelas e risco de vida, é extremamente importante o reconhecimento dos sintomas e diagnóstico para o tratamento precoce da doença.

Os principais sintomas da meningite bacteriana são dor de cabeça intensa, rigidez de nuca, vômitos, baixa tolerância à luz (fotofobia), febre alta e manchas na pele semelhantes à picada de mosquito (petéquias).

No caso da meningite viral, os sintomas em geral são dores no corpo, mal-estar, febre, fraqueza e náuseas que desaparecem em até 10 dias. Assim como na meningite bacteriana, a rigidez da nuca também é um dos sinais clássicos.

Diagnóstico

O diagnóstico da meningite é feito com base nos sinais clinicos do paciente e confirmado laboratorialmente.

O diagnóstico laboratorial consiste na obtenção de uma amostra de líquido cefalorraquidiano, extraído por punção lombar. Posteriormente é realizada a contagem e diferenciação de células, assim como a identificação da bactéria quando presente.

Na meningite viral, há um aumento do número de glóbulos brancos (leucócitos), principalmente linfócitos e monócitos. No caso da meningite bacteriana, também há disponível a prova rápida de látex que permite a detecção de diferentes tipos de bactérias na amostra do paciente.

Importante ressaltar que, estes procedimentos só podem ser realizados por especialistas. Os laboratórios de urgência em hospitais tanto da rede pública e privada devem contar com profissionais qualificados para fazer as análises.

Tratamento e prevenção

Os pacientes com meningites bacterianas devem ser diagnosticados e tratados o mais rápido possível, e de preferência em ambiente hospitalar e com o uso de antibióticos apropriado para o tipo de bactéria responsável pela infecção.

Já os indivíduos com meningite viral necessitam somente de repouso na maioria dos casos e medicamentos para melhorar a dor, vômitos e outros sintomas secundários.

Pacientes com qualquer tipo de meningite devem ficar isolados no início dos sintomas para evitar a contaminação de outras pessoas, interrompendo assim o ciclo de disseminação da doença.

Ao conviver com um paciente em tratamento é importante ter alguns cuidados como evitar contato direto e dividir objetos de usos pessoais, assim como talheres e copos.

Para a prevenção dos surtos de meningite é importante que o diagnóstico seja realizado o mais rápido possível, e que os pacientes sejam isolados e recebam tratamento adequado. Ao visitar algum região onde a doença é presente, evite lugares fechados e pouco ventilado.

A vacinação é a forma mais efetiva de prevenção contra a meningite, indicada principalmente para crianças, adolescentes, idosos e pessoas com o sistema imunológico comprometido. Algumas delas fazem parte do calendário básico de vacinação, como a vacina contra o Haemophilus influenzae do tipo B. Também há outros tipos de vacinas disponíveis na rede privada e de eficácia comprovada.

Bons hábitos de higiene, evitar lugares fechados e com aglomerações de pessoas também auxiliam na prevenção à doença.

Marcel Alex Machado, biomédico e colunista do Jornal Gazeta de São Paulo

Marcel Alex Machado, biomédico e colunista do Jornal Gazeta de São Paulo

Fonte: http://www.gazetasp.com.br/marcel-machado/11874-meningites-exigem-diagnostico-e-tratamento-rapido

7 mitos e verdades sobre a Gripe A – Exame para H1N1 disponível no Lab Hormon

-A +A
18 de março de 2016 | Por: Lab Hormon

A gripe A, também conhecida como gripe suína é causada pelo vírus H1N1, que é transmitido pelo ar, de pessoa para pessoa, através de gotículas de saliva de um indivíduo doente para outro saudável. O diagnóstico desta gripe é feito através de exame de sangue, pois os seus sintomas são semelhantes aos da gripe comum, sendo apenas um pouco mais fortes.

Como esta é uma nova gripe, é normal surgirem dúvidas sobre o assunto, por isso veja a seguir os mitos e verdade relacionados a esta doença.

1.Posso pegar Gripe H1N1 através do consumo de carne de porco.

Mito. É verdade que o ciclo de vida do vírus H1N1 passa pelo porco, mas ele só é transmitido entre as pessoas através da saliva, espirro e contato com secreções do paciente doente, da mesma forma que ocorre com a gripe comum.

2. Pessoas gripadas podem tomar a vacina do H1N1.

Verdade. Pessoas gripadas, mas sem apresentar febre, podem tomar a vacina do H1N1. Esta vacina está contraindicada apenas para bebês com menos de 6 meses de vida, pessoas com febre, com doença neurológica ou que tenham alergia ao ovo ou às substâncias timerosal, presente no Merthiolate, e à neomicina.

3. A vacina contra gripe A pode causar a morte.

Mito. Essa teoria surgiu devido à presença de duas substâncias na vacina, o mercúrio e o óleo de esqualeno. No entanto, a verdade é que o mercúrio utilizado é o etilmercúrio, que é um conservante que também faz parte de outras vacinas como a da difteria e do tétano. Já o óleo esqualeno é uma substância que está presente no nosso organismo naturalmente, e que é usada na vacina para aumentar a sua eficácia.

7-mitos-e-verdade-sobre-a-gripe-a--640-427

4. Mulheres grávidas e que amamentam podem tomar a vacina.

Verdade. Mulheres que estão grávidas ou que amamentam podem tomar a vacina normalmente, independente da idade gestacional. No entanto, a aplicação da vacina só deve ser feita após obter a autorização do obstetra.

5. Os efeitos colaterais da vacina são muito fortes.

Mito. A maior parte das pessoas não sentem qualquer efeito colateral após tomar a vacina, mas quando eles aparecem costumam durar apenas cerca de 2 dias, e os sintomas podem ser dor no local da aplicação da vacina, febre baixa e mal estar.

6. O vírus usado na vacina está morto, por isso não causa a gripe A.

Verdade. O tipo de vírus utilizado para produzir a vacina contra a gripe A é o vírus inativado, ou seja, ela é composta por vírus mortos e divididos em pedaços, não sendo possível ficar doente com a gripe A por causa da vacinação.

7. Usar erva-doce no lugar do remédio Tamiflu funciona para combater a gripe A.

Mito. Esse mito surgiu porque a erva-doce também possui o composto anis estrelado, que é usado para fabricar o remédio. No entanto, o anis usado no Tamiflu é retirado de uma planta originária da China, não sendo igual ao da erva-doce encontrada no Brasil. É permitido tomar o chá de erva-doce durante a gripe A, mas se os sintomas piorarem, é preciso ir ao médico porque apenas os verdadeiros remédios irão ajudar.

Fonte: http://www.tuasaude.com/gripe-a-h1n1/

Consumo de chocolate pelo paciente diabético

-A +A
| Por: Lab Hormon

chocolate1

Estamos quase na Páscoa e os supermercados já estão com seus “túneis” de ovos de chocolate montados, o que chama a atenção e aumenta a vontade de degustar essa guloseima. Mas e o paciente que convive com diabetes mellitus? Também pode se deliciar com chocolate? Não só pode, como deve! Mas alguns cuidados devem ser tomados. Vejamos…

No ano de 2012, a revista médica mais importante do mundo, New England Journal of Medicine, publicou um estudo muito interessante. Pesquisadores demonstraram que os países onde mais pessoas consumiam chocolate, ganhavam mais prêmios Nobel (!!!). Seria uma evidência epidemiológica de que o consumo regular de chocolate melhorava as capacidades cognitivas de quem o saboreava? Possivelmente. O chocolate é feito de cacau, planta que como o chá-verde é rica em flavonoides. Estes compostos fenólicos são potentes antioxidantes e anti-inflamatórios naturais. Estas substâncias quando consumidas regularmente têm o potencial de trazer uma série de benefícios ao cérebro, coração, vasos e metabolismo.

Além da melhora da função cognitiva, alguns estudos sugerem que o consumo de chocolate possa ajudar a combater sintomas depressivos através da modulação da dopamina e dos opioides no cérebro. Além disso, dois estudos suecos mostraram que aumentar o consumo de chocolate amargo em pelo menos 50 gramas por semana foi capaz de reduzir o risco de isquemias e hemorragias cerebrais em até 27 por cento! Vale lembrar que pacientes diabéticos apresentam risco maior para estas doenças.

Os suecos realmente gostam de estudar os benefícios do chocolate! Outra análise mostrou que o consumo de apenas 28 gramas de chocolate amargo uma ou 2 vezes por semana se associou a um risco 32 por cento menor de insuficiência cardíaca. Estudos posteriores evidenciaram melhora na função do endotélio (camada interna dos vasos) e da função das plaquetas (responsáveis pela coagulação do sangue). Ou seja, o chocolate também tem potencial de reduzir infartos e mortalidade por doença coronariana. E as doenças cardiovasculares são as principais causas de morte em pacientes com diabetes mellitus…

Uma extensa revisão da literatura publicada na prestigiada Cochrane Database of Systemic Reviews mostrou que o consumo de chocolate ajuda a reduzir a pressão arterial. O efeito é devido a liberação de óxido nítrico, um potente vasodilatador, pelo endotélio. Além disso, os chocolates com mais de 60% de cacau, apesar de possuírem gorduras saturadas, são capazes de reduzir os níveis de colesterol LDL (ruim) e aumentar os níveis de HDL (colesterol bom). Algo impressionante: um estudo publicado em 2012 na revista médica Archives of Internal Medicine associou um maior consumo de chocolate a um menor índice de massa corporal (IMC)! Isto é, dentro de uma alimentação equilibrada, os antioxidantes do chocolate poderiam ajudar a manter o peso mais próximo do ideal. Por fim, existem evidências de que os polifenóis melhoram a função das células beta do pâncreas, melhorando o metabolismo glicêmico. Ótimas notícias para quem convive com o diabetes, não?

Contudo, todos os estudos que mostraram benefícios, sempre usaram as versões “amargas” do chocolate, ou seja, com alto teor de cacau (60% ou mais). As versões ao leite e branco são ricas em açúcar e gorduras adicionadas (diferentes do ácido esteárico do cacau), além de serem pobres nos benéficos polifenóis, ou seja, podem ser prejudiciais à saúde e devem ser evitadas principalmente por pacientes diabéticos.

Nesta Páscoa peça ao Coelho chocolates com alto teor de cacau e não abuse! Apesar de bom para saúde, o chocolate amargo ainda é um alimento calórico, ou seja, em excesso pode aumentar o peso.

Fonte: Medscape

http://www.diabetes.org.br/artigos-sobre-diabetes/1264-consumo-de-chocolate-pelo-paciente-diabetico

Tecnologia permite precisão na visualização de veias e segurança nos procedimentos que necessitam de punção venosa

-A +A
17 de março de 2016 | Por: Lab Hormon

accuvein top

O Laboratório Lab Hormon disponibiliza o visualizador portátil de acesso venoso AccuVein AV300, que é um dispositivo para iluminação que permite localizar a veia abaixo da pele, aumentando a eficácia dos procedimentos e garantindo segurança e agilidade durante as coletas de sangue e infusões intravenosas de medicamentos.

Criado pela Becton, Dickinson & Company (BD), o AccuVein AV300 é o primeiro iluminador de veias portátil que cabe na palma da mão. Trata-se de um equipamento inovador que não mantém contato com a pele do paciente, o que evita a contaminação cruzada e elimina a necessidade de esterilização. Para utilizá-lo, é necessário apenas apontar para a área desejada da pele e pressionar o botão.

Sem este aparelho, o coletador precisa pressionar a pele e fazer uma suposição baseada unicamente na sensibilidade tátil. É como procurar uma veia de olhos vendados. No entanto, com o AccuVein AV300, é possível identificar e escolher a veia ideal para a punção venosa, garantindo que o procedimento seja feito corretamente logo na primeira tentativa.

O equipamento tem três níveis de luz e os raios infravermelhos possibilitam a iluminação das veias com até 7 mm de profundidade. A luz infravermelha é absorvida e entra em contato pela carboxihemoglobina do sangue, demonstrando com precisão todos os vasos sanguíneos possíveis para a punção venosa. Dessa forma, é possível reduzir o desconforto, obter mais segurança na coleta e agilizar o processo, principalmente em pacientes que apresentam veias menos visíveis como os recém-nascidos, pessoas obesas, idosos, entre outros.

Este dispositivo está disponível nas Unidades Matriz e São Bernardo do Campo.


Lab Hormon | Central de Atendimento: 11 4433-3233 www.labhormon.com.br
Agência Digital Pulso