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Arquivo de setembro de 2012

Os Riscos da Automedicação

A arriscada prática da automedicação é responsável pela morte de 20 mil pessoas ao ano no Brasil, segundo os dados da Associação Brasileira das Indústrias Farmacêuticas (Abifarma).

Em algum momento da vida, todos tomamos remédios por conta própria. Seja para curar uma dor de cabeça ou uma gripe, sempre temos alguns medicamentos em casa, a que recorremos quando sentimos que algo não vai bem fisicamente.

É importante saber que o uso inadequado de medicamentos pode ocasionar desde a uma reação alérgica leve até a um quadro grave de intoxicação, além de mascarar sintomas de uma doença mais séria, dificultando o diagnóstico e comprometendo conduta clínica e tratamento adequado.

A automedicação é um irresponsável para quem consome os medicamentos, e para quem os vende sem critérios. Os analgésicos e anti-inflamatórios são as drogas mais utilizadas pela população de forma incorreta.

Se a aquisição de medicamentos em farmácias ou drogarias for inevitável, é fundamental que essa prática seja orientada por um farmacêutico, assim, o indivíduo terá uma atitude segura e responsável diante da automedicação. Um profissional farmacêutico apto em seus conhecimentos práticos e científicos, terá condições de classificar a gravidade da situação e orientar adequadamente o paciente.

O acompanhamento médico e, se necessário, a realização de exames clínicos e laboratoriais, são fundamentais na hora de optar pelo uso de um medicamento, mesmo que este seja vendido sem prescrição médica.

O médico é a única pessoa com as condições adequadas para avaliar resultados de exames, avaliar as condições clínicas do paciente, seu histórico de saúde, interações medicamentosas e riscos alérgicos, prescrevendo de forma adequada o melhor tratamento.

Pânico, o medo de ter medo

O ser humano pode adoecer no corpo, mas também pode adoecer na mente.

Porque não nos dois, com as doenças psicossomáticas, onde conflitos psíquicos se manifestam no corpo?

O Homem é a única espécie que tem consciência da morte e do destino. Isso causa angustia, medo e desespero. O coração acelera, a boca fica seca, sensação de desmaio, mãos geladas, visão turva. Pronto, está instalado o pânico.

Várias consultas a vários especialistas, exames sem alterações e a mesma resposta sempre; você não tem nada.

Exames laboratoriais e clínicos são de extrema importância pois, antes de fechar um diagnostico de um transtorno psíquico todas as possíveis causas orgânicas devem ser descartadas.

Algumas disfunções e/ou alterações orgânicas tais como; da glândula tireóide e cardiopatias podem desencadear sintomas similares a sintomatologia do transtorno de pânico porém, não o são e necessitam de outras intervenções.

Realmente o individuo com Transtorno de Pânico, não tem nada detectável em exames mas, tem sim, uma ansiedade exacerbada que se manifesta no corpo mas acontece na mente. Um mecanismo comum no mundo animal, chamado de luta ou fuga.

Diante de uma situação de risco esse sistema é disparado. É preciso correr para fugir do perigo ou lutar para sobreviver. Tudo isso em frações de segundos, um susto prolongado. Uma estratégia adaptativa e evolutiva da espécie humana que se tornou uma doença, um transtorno chamado síndrome do pânico.

Na maioria das vezes o perigo não está fora, mas sim, dentro, criado mentalmente pelo indivíduo ansioso. O cérebro entende que a situação está prestes a acorrer e inicia o sistema de luta ou fuga, ou seja, a crise.

Cada vez mais presente na sociedade contemporânea este transtorno que é uma ramificação da ansiedade, tem afastado pessoas do trabalho e da vida.

O tratamento ideal é Psicoterapia concomitante a medicações ansiolíticas, os resultados são expressivos e o individuo retoma qualidade de vida.

O não tratamento leva ao agravamento do quadro com desdobramentos possíveis, tais como: isolamento, fobias, sono excessivo e quadros depressivos.

E a Ansiedade, leva a Depressão?

Sim, mas esse será o tema do próximo texto!


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