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Arquivo de janeiro de 2015

Novos testes genéticos preventivos para várias doenças já estão disponíveis no Lab Hormon

Consulte-nos!

Os testes que mudarão o futuro da sua saúde (já estão disponíveis no Lab Hormon!)

Uma nova safra de exames genéticos chega ao Brasil. Eles mostram as reações do corpo de cada um a remédios, a alimentos, a exercícios e a predisposição a várias doenças. Com essas informações, será possível se planejar para uma vida melhor

Mônica Tarantino (monica@istoe.com.br)

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A nutricionista Aderuza Horst, 32 anos, professora da Universidade Federal de Goiás, transformou seu jeito de viver. Passou a fazer mais exercícios físicos e reestruturou a dieta com especial cuidado para adicionar a seu cardápio alimentos que ajudam a proteger seus neurônios. A decisão de alterar hábitos para ter um cotidiano mais saudável foi tomada depois que ela pegou nas mãos o resultado de um exame de seu material genético, o DNA. Ele mostrou que seu código genético escondia uma variante genética associada ao risco de desenvolvimento de uma doença neurodegenerativa. “Mas como sei que é um risco e não uma sentença, estudei muito e fiz mudanças no meu estilo de vida e na dieta, como aumentar a ingestão de substâncias e suplementos que oferecem alguma proteção neuronal para gerenciar e diminuir meus riscos”, conta.

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Aderuza é uma das brasileiras que estão conseguindo se preparar para uma vida melhor com a ajuda de uma nova geração de testes de DNA feitos com amostras de saliva, de sangue ou de células bucais (colhidas com cotonete) que começa a ser oferecida no País por centros de medicina genética, hospitais e, em alguns casos, diretamente por médicos. Na lista de inovações disponíveis ou em fase final de implantação estão diversos painéis genéticos, exames assim chamados porque analisam vários genes ao mesmo tempo e com maior rapidez. Há desde “pacotes” para estimar o risco personalizado de problemas cardiovasculares, a tendência à obesidade ou conhecer as respostas do organismo a remédios usados para tratar a depressão e a ansiedade até opções como os perfis genéticos destinados a medir a propensão da pele à degradação do colágeno (proteína que lhe dá sustentação) ou a velocidade de metabolização da cafeína. Esses exemplos evidenciam o crescimento vertiginoso que experimenta esse campo da medicina.

fonte: Revista Isto É

http://www.istoe.com.br/reportagens/paginar/400443_OS+TESTES+QUE+MUDARAO+O+FUTURO+DA+SUA+SAUDE/2

Fotos: Pedro Dias, Rafael Hupsel – Ag. Istoé; RENATO VELASCO; Gabriel Chiarastelli/ag. istoé; Montagem sobre foto shutterstock; FELIPE GABRIEL

Você sabia que existe um exame mais moderno que o papanicolau?

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A metodologia de CITOLOGIA EM MEIO LÍQUIDO tem sido utilizada cada vez mais devido a um aumento na sensibilidade e adicionais vantagens sobre a citologia convencional (papanicolau). A amostra é coletada de forma similar ao papanicolau, no entanto, invés de ser colocada diretamente em lâmina de vidro, como realizada na coleta convencional, a ponta da espátula ou escova, é colocada em solução conservante (meio líquido). Neste método a espátula ou escova são lavadas dentro do frasco, fazendo com que todas as células colhidas e que possam estar alteradas sejam analisadas, diminuindo a chance de um resultado falso-negativo.

As vantagens mais importantes são:

* Sensibilidade de até 85% no diagnóstico de lesões de baixo grau contra 64% na técnica convencional;
* Utilização do material residual para realização de testes moleculares (como: genotipagem de HPV e pesquisas de Chlamydia e Neisseria;
* Redução de testes falso-negativos;
* Melhor disposição das células a serem analisadas e redução na presença de interferentes como: muco, exsudato inflamatório e hemácias no material a ser avaliado

 

Consulte seu médico e pergunte sobre a citologia em meio líquido!

Para maiores informações, consulte-nos!

Você se considera uma pessoa prevenida? Caso sua resposta seja sim, temos um novo exame para você!

A aterosclerose e a trombose são as duas maiores manifestações de doença cardiovascular. Atualmente, sabe-se que alguns fatores de risco para doença cardiovascular possuem componente genético significante, como colesterol total, HDL (colesterol), triglicérides, fibrinogênio, homocisteína e a pressão sanguínea.

Os cientistas encontraram algumas variações genéticas no metabolismo das gorduras (APOB e APOE), no controle da pressão sanguínea (ECA), na hemostase (FV de Leiden, protrombina, fator XIII, fibrinogênio) e em medidores de oxidação que contribuem para o risco de doença cardiovascular.

Nesse teste são avaliados os genes considerados mais importantes até o momento envolvidos na disfunção endotelial, hiperlipidemia, hipertensão, inflamação e variações genéticas responsáveis pelo sistema de coagulação, que podem levar à trombose.

Perfil Genético para doenças cardiovasculares. Sim, este exame existe! Disponível para você no LabHormon

A doença cardiovascular é a primeira causa de hospitalização e morte na população brasileira. Podemos definir o risco cardiovascular como a probabilidade de sofrer eventos em dez anos.

Segundo diferentes funções de risco (SCORE, Framingham, PROCAM ou REGICOR), os pacientes se classificam em quatro grupos de risco: baixo (inferior a 5%), moderado (5% a 9,9%), alto (10% a 14,9%) e muito alto (superior a 15%). Unicamente 37,5% dos eventos cardiovasculares ocorrem nos grupos de risco alto e muito alto, o que indica que a prevenção primária de DCV é especialmente importante.

A maioria dos eventos cardiovasculares na população brasileira ocorrem nos grupos de risco baixo e moderado.

Podemos classificar os fatores de risco cardiovascular em modificáveis e não modificáveis. A presença de fatores não modificáveis implica que os objetivos terapêuticos sobre os fatores modificáveis devem ser mais exigentes.

O fato de mais da metade dos eventos cardiovasculares ocorrerem em pacientes classificados como risco baixo ou moderado significa que as funções atuais de estimativa de risco cardiovascular não são de todos eficazes. A incorporação dos fatores genéticos nos algoritmos do risco possibilita a estratificação do risco cardiovascular de forma mais precisa, identificando os pacientes que necessitam objetivos terapêuticos mais estritos.

O perfil genético para doenças cardiovasculares possibilita estabelecer, de forma precisa e confiável, o risco cardiovascular teórico a longo prazo.

A análise consiste na avaliação de 125 polimorfismos genéticos, destes, 114 associados a fatores de riscos cardiovasculares clássicos e, 11 independentes deles. Constatou-se que há uma relação direta e linear entre o número de alelos de risco e o número de eventos cardiovasculares, ou seja, quanto mais alelos de risco maior o risco cardiovascular.

O perfil genético para doenças cardiovasculares une a informação genética, informação clínica e estilo de vida do paciente, onde podemos determinar o risco cardiovascular real, utilizando como base o risco genético e relativo, concluindo a idade cardiovascular do paciente.

Podemos incluir na lista, fatores de riscos clássicos, como: dislipidemias, hipertensão arterial, Diabetes mellitus, obesidade, trombose, dependência a nicotina.

Os achados deste exame permite que 15% dos pacientes (1/6) com risco moderado sejam classificados corretamente no grupo de risco alto.

Este exame é especialmente indicado para:

– pessoas de risco cardiovascular moderado;

– Pessoas com antecedentes familiares de doença cardiovascular;

– Pessoas maiores de 35 anos classificadas como risco baixo e sem antecedentes familiares.

Está de dieta? Temos um novo exame para você!

NUTRIGENÉTICA

Está de dieta? O regime funciona tão bem para a sua amiga, mas não com você? Por que aquela gordurinha da barriga não some de jeito nenhum? Um novo teste genético pode ajudar a descobrir essas respostas. Já pensou em ter uma dieta formulada especialmente para você, de acordo com o DNA e a herança genética que recebeu de seus pais e avós? Por meio de um teste feito com uma amostra da saliva, é possível saber se os genes explicam a tendência a engordar, acumular gordura abdominal, ser magra demais ou até mesmo ter o apetite descontrolado. Pergunte-nos sobre este novo exame disponível no Lab Hormon.

Nutrigenética – sua genética, nutrição e medicina juntas. Disponível no LabHormon para você!

A nutrigenética estuda a interação gene-nutriente em nível molecular. A Genômica nutricional é um campo emergente nas ciências da saúde e é considerada próxima fronteira da era pós-genoma. É composta por duas sub-disciplinas distintas, mas que se complementam, para resultar na nutrição personalizada: a nutrigenômica e a nutrigenética. A nutrigenômica considera a influência de nutrientes específicos ou dietas complexas na expressão gênica, por outro a nutrigenética estuda como a variabilidade genética interfere na resposta individual à dieta.

Nosso estado de saúde depende muito de nossos genes, nossas condições ambientais e nossos hábitos nutricionais.

Apesar de nossa constituição genética ser fixa, nossa nutrição e estilo de vida que influenciam a expressão de nossos genes, são variáveis. Assim, eles podem ser adaptados ao nosso retrospecto genético e necessidades exclusivas (nutrigenética).

Ao atuar na expressão dos genes, déficits relacionados a constituição genética individual podem ser contrabalanceados e sua repercussão negativa na saúde pode ser reduzida, postergada ou mesmo prevenida (Nutrigenômica).

O exame de Nutrigenética avalia variações genéticas associadas a alimentação, comportamento alimenta, e risco do desenvolvimento de doenças crônicas:

– genes associados à obesidade;

– regulação do metabolismo lipídico;

– risco do desenvolvimento de Diabetes Mellitus;

– hipertensão arterial sistêmica;

– metabolismo de vitaminas;

– intolerâncias alimentares;

– modulação da resposta inflamatória e estresse oxidativo/destoxificação.

A genômica nutricional é um novo campo das ciências, considerada a próxima fronteira da era pós-genoma.

Com este exame é possível receber uma recomendação nutricional personalizada de acordo com o seu mapa genético.


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