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Arquivo de março de 2015

Mamografia – não adie este exame!

Filhos, marido, casa, trabalho… Quantas mulheres acima dos 40 anos podem se identificar com esta frase? Muitas vezes, a falta de tempo ou até mesmo algum incômodo ocasionado pelo exame, pode fazer com que você adie a mamografia.

O câncer de mama é causado por alterações genéticas, podendo ser estimuladas por fatores do ambiente em que vivemos, como: tabagismo, reposição hormonal, menstruar com pouca idade, menopausa em idade avançada, baixo número de gravidez, engravidar acima dos 35 anos, obesidade, ingestão de bebidas alcoólicas ou fatores genéticos. Se houver casos de câncer de mama na família (mãe e/ou irmã), existe um risco maior de desenvolver a doença. Mas, 85% das mulheres com câncer de mama não tem histórico familiar, sendo mais comum em mulheres acima dos 55 anos. Caso você tenha mãe e/ou irmã que tiveram câncer de mama, recomenda-se realizar o exame acima dos 35 anos anualmente e, acima dos 70 anos com frequência recomendada pelo médico responsável.

A mamografia é recomendada mesmo que você tenha o hábito de realizar o auto-exame e não encontre nódulos, tumores podem ser tão pequenos que passam despercebidos ao toque dos seus dedos.

Em algumas mulheres, o exame pode provocar sensibilidade maior e algum desconforto, lembre-se que o exame é rápido. Para ajudar a diminuir esta sensação, você deve agendar seu exame depois do ciclo menstrual; pode tomar um analgésico antes do exame para ajudar a aliviar o incômodo; alerte a equipe técnica sobre sua sensibilidade, tornando o exame uma experiência positiva.

O Lab Hormon disponibiliza o exame de mamografia digital. Consulte-nos para maiores informações!

Compulsão alimentar e adolescência. Como ajudar?

Olá amigos do blog do Lab Hormon,

Como Psicóloga especialista em Compulsão Alimentar, sinto que podemos e devemos ajudar nossos filhos e filhas adolescentes a não serem tão vítimas da enorme pressão que eles sofrem hoje em dia quanto à forma física, beleza, aparência.

Não é tarefa fácil, pois significa lutar como uma gota no oceano do mar de informações, fotoshops, artigos em revistas, programas de TV que proclamam que só existe uma forma física possível e que as pessoas “valem quanto pesam”.

Meu conselho aos pais é continuar usando o bom senso:

Saúde não quer dizer seguir dietas rígidas, malhar exageradamente, substituir comidas por nutrientes, pesar-se exageradamente, perseguir um corpo magro a qualquer custo. Se seu filho está engajado nisso de forma preocupante, procure ajuda profissional.

Saúde implica em alimentar-se bem, com comida de verdade, ter atividade física prazerosa e rotineira, dormir em quantidade e qualidade adequadas. Isso é básico, mas não a única preocupação da vida de um jovem:

Para passar bem por esta fase turbulenta da adolescência, nossos filhos precisam ter oportunidades de desenvolverem suas aptidões, terem amigos, participarem de uma comunidade sentindo-se úteis, como por exemplo, fazendo algum trabalho voluntário e com isso, ganhando crescente autonomia e auto-estima.

 

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Elisabeth Chulman Wajnryt

Psicóloga, Psicanalista, Especialista em Transtornos da alimentação.

elisabeth@institutocomofalar.com.br

www.institutocomofalar.com.br

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