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Arquivo de maio de 2015

Sobre cerzir

Quando eu era pequena, minha mãe me ensinou a arte de cerzir um tecido. Ela dizia que como era trabalhoso, só servia para tecidos finos e delicados, numa época em que as coisas não eram descartáveis.

Hoje, como psicoterapeuta de casais, penso muito nessa arte. Casamentos, mesmos os mais felizes, são feitos de um tecido fino e delicado, que pode esgarçar ou rasgar facilmente. Basta acharmos que podemos funcionar no “piloto automático”, “sendo o que somos”, sem cuidado com como falamos ou agimos, dando por garantido, o que hoje em dia é quase um milagre: Relações felizes e duradouras.

Elisabeth Wajnryt

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Como é feito seu exame

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Reflexões sobre o Dia Mundial sem Dieta

Minhas considerações sobre como foi o encontro do Dia Mundial sem Dieta:
Foi muito interessante. Pontos de vista diferentes, de uma endocrinologista, de uma nutricionista, de uma psicanalista que trabalha com uma abordagem de não dieta para os Transtornos da Alimentação e de uma psicanalista especialista em questões do corpo na contemporaneidade. As apresentações foram objetivas e coloquiais e as perguntas da platéia que renderam um bom papo. O encontro se configurou mais num painel muito atual sobre o assunto. Não chegou a ser realmente um debate, já que os palestrantes, de diferentes campos do saber, concordaram no principal:
– As dietas não funcionam. A longo prazo, elas tendem a engordar as pessoas.
-As alternativas para o equilíbrio do peso são: o foco na saúde e não na aparência e a busca de um caminho individual e interior para cada um que queira mudar sua história e sua relação com a comida.
-Este caminho é longo e não é mágico!
-Pessoas que estão com um leve sobrepeso tendem a viver mais e melhor do que pessoas com peso baixo.
-Atualmente, a indicação dos obstetras é que as gestantes engordem de 10 a 12 kilos na gravidez, e não mais 8 a 10 kg como era prescrito. Crianças cujas mães fazem dietas restritivas na gravidez para manter o peso baixo tendem a nascer ávidas, com maior propensão à compulsão, obesidade e diabetes em seu desenvolvimento.
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Dia Nacional Sem Dieta

Olá pessoal, hoje tenho um convite para vocês: Dia Nacional Sem Dieta O Grupo Corpo e Cultura, representante brasileiro da organização internacional Endangered Bodies, convida você para um interessante debate:  No próximo dia 06 de maio, às 19:30h , na sede do jornal Folha de São Paulo, Alameda Barão de Limeira, 425 Campos Elíseos, com a presença de Magda Khouri (psicanalista), Fernanda Timermam (nutricionista), Lea Diamant (endocrinologista) e Luciana Saddi (psicanalista). O que se comemora nesse dia? Talvez a maioria das pessoas associe esse dia com a idéia de abandonar a dieta que está seguindo ou que acha que deveria seguir e “meter o pé na jaca”, num “oba-oba” sem freios. Nossa cultura vive muitas coisas assim, entre o “tudo” ou o “nada”. Em termos de corpo e alimentação, vivemos entre dietas e compulsão de comer. Controles externos nos dizem o que comer, quando, quanto, como deve ser a nossa aparência. Difícil não seguir estes ditames… Nossa proposta é que esse dia seja o início de podermos parar para pensar. Dados científicos mostram que 95% das pessoas que fazem dieta, recuperam o peso em dois anos e mais alguns quilos de “brinde” em alguns casos. Como resultado, além da insatisfação generalizada com o corpo, nos acostumamos a nos auto-atacar e a ficar com a autoestima rebaixada. Nós, do Grupo Corpo e Cultura, sabemos que há um caminho alternativo e queremos compartilhá-lo com as pessoas. Talvez vocês já tenham ouvido falar de alguns conceitos que envolvem estas idéias: Antidieta, Autonomia Alimentar, Comer Intuitivamente, Comer com Atenção Plena (Mindful Eating). São formas diferentes de propor uma liberdade de nos guiarmos por uma conexão interna, pelos controles de fome e saciedade. Todos nós temos estes controles, mas tendemos a perder esta sintonia, soterrados por “verdades” nutricionais que imperam até serem substituídas pelas próximas. Com estes caminhos alternativos, percorremos um processo de mudanças internas, em que o autoataque por não cabermos no padrão tão apertado de perfeição que vigora, pode ser substituído por autoconhecimento, aceitação e autoestima e mais harmonia com o corpo, o peso, a comida, a vida. Você é nosso convidado! Elisabeth Wajnryt é Psicóloga e Psicanalista, especialista em Transtornos Alimentares. Aguardem a publicação de seu livro sobre o asunto em maio! www.felizes.net elisabeth@felizes.net

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