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Arquivo de junho de 2015

Nutrição Personalizada através do seu DNA

Apesar de nossa constituição genética ser fixa, nossa nutrição e estilo de vida podem influenciar a expressão de nossos genes, trazendo modificações em nossas características físicas, morfológicas e fisiológicas. Assim, a dieta personalizada pode ser adaptada ao nosso retrospecto genético e necessidades exclusivas. Em contrapartida, nutrientes e compostos bioativos presentes nos alimentos podem repercutir negativamente na saúde, isso pode ser reduzido, postergado ou mesmo prevenido com a Nutrigenômica. O teste de nutrigenética pode predizer o risco de uma pessoa desenvolver determinada doença ou condição de saúde, e ainda auxiliar o médico ou nutricionista na tomada de decisões terapêuticas ou preventivas.

Nesta análise de mapeamento genético, são identificadas certas alterações, chamados polimorfismos, que interferem na maneira como o corpo responde às atitudes – incluindo o padrão alimentar e o nível de atividade física, todas documentadas na literatura científica. O objetivo do teste é identificar certos fatores genéticos que influenciam o risco do surgimento de doenças crônicas relacionadas à alimentação, como a obesidade, dislipidemias, intolerâncias nutricionais e etc.

Conhecer o perfil genético proporciona a possibilidade de uma abordagem personalizada para reduzir e manter o peso ideal, além de diminuir o risco de algumas doenças multifatoriais influenciadas pela predisposição genética de cada pessoa.

Esses benefícios podem ser atingidos com informações sobre o perfil genético. Assim, é possível otimizar o equilíbrio nutricional da dieta. Conhecer as tendências genéticas pode ajudar a realizar mudanças positivas no cotidiano, promovendo assim, maior qualidade de vida.

Entre os genes testados, alguns podem sugerir maior ou menor risco para o desenvolvimento de doenças. No perfil nutrigenético, encontram-se variações genéticas relacionadas a diferentes condições associadas à alimentação e comportamento alimentar:

  1. Genes associados à obesidade

  2. Regulação do metabolismo lipídico

  3. Risco do desenvolvimento de Diabetes Melitos 2

  4. Hipertensão arterial sistêmica

  5. Metabolismo do folato (vitamina B9)

  6. Metabolismo da vitamina D

  7. Intolerância à lactose

  8. Metabolismo da cafeína

  9. Modulação da resposta inflamatória, estresse oxidativo e desintoxicação

  10. Metabolismo de Vitaminas

  11. Intolerância ao glúten / Doença Celíaca

 

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Bebida alcoólica e direção. Saiba o que acontece

No Brasil, uma lei que vigora desde janeiro de 2013 acabou com a tolerância de álcool permitida a motoristas.

Além disso, se o condutor fizer o teste do bafômetro e a concentração de álcool em seu sangue for maior do que 0,34 mg/L, pode ser preso por seis meses a três anos, além de pagar multa, e ter o direito de dirigir suspenso.

Mesmo assim, são inúmeros vídeos na internet de motoristas bêbados (alguns famosos) flagrados em paradas policiais.

Mas como diferentes concentrações de álcool afetam a capacidade de direção? As informações são da Administração Nacional de Segurança no Tráfego Rodoviário (NHTSA) dos EUA.

Confira os sintomas de diferentes concentrações de álcool no sangue na capacidade de direção:

Porcentagem de concentração de álcool no sangue

  • 0,02%: Funções visuais diminuem; Diminuição da capacidade de fazer duas coisas ao mesmo tempo
  • 0,05%: Funções visuais diminuem; Diminuição da capacidade de fazer duas coisas ao mesmo tempo
  • 0,08%: Diminuição da concentração; Perda de memória de curto prazo; Perda do controle da velocidade; Redução da capacidade de processar informações (capacidade de ver placas ou sinalizações); Diminuição da percepção
  • 0,10%: Redução da capacidade de ficar na mesma pista da estrada e parar corretamente
  • 0,15%: Incapacidade substancial para controlar o veículo, prestar atenção às funções de direção e processar informação visual e auditiva

Troque o sal pelos temperos e ervas naturais e ganhe saúde

Usado para reforçar e potencializar o sabor dos alimentos, o sal de cozinha pode e deve ser parcialmente substituído por ervas e temperos que também realçam o sabor e evitam os males causados pelo excesso de sódio. Substância essencial para o nosso organismo, se ingerido acima do necessário, o sal pode desenvolver, entre outras, doenças cardiovasculares, renais e hipertensão arterial que, segundo pesquisa Vigitel 2012, atinge 24,3% dos brasileiros, e 50% dos acima de 54 anos.

O brasileiro consome mais que o dobro de sódio recomendando pela Organização Mundial de Saúde (OMS), que é cinco gramas diárias. No Brasil, em média, são ingeridos 12 gramas por dia, segundo a Pesquisa do Orçamento Familiar/IBGE. “Particularmente no Brasil, observa-se que a população utiliza sal e temperos à base de sal em excesso, tanto na preparação, quanto no consumo dos alimentos, e vem consumindo cada vez mais alimentos industrializados”, alerta a nutricionista da Coordenação-Geral de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde, Roberta Rehem de Azevedo.

Para reverter esses valores alarmantes, o Ministério da Saúde fechou acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (ABIA) para redução de até 68% do teor do sódio nos alimentos industrializados. O compromisso é diminuir esse ingrediente em 16 grupos de alimentos, entre laticínios, embutidos e refeições prontas. A meta é retirar 28 mil toneladas de sódio do mercado até 2020.

Temperos e Ervas Naturais

Uma forma de reduzir o sódio e continuar comendo bem é usar e abusar dos temperos e ervas naturais para substituir o sal. “A vantagem é a redução da ingestão de sódio e, na questão do sabor, recuperar e até redescobrir o sabor próprio dos alimentos, visto que o excesso de sal mascara outros sabores”, nos explica a nutricionista Roberta.

Às vezes a redução do sal pode ser percebida pela pessoa, mas o paladar irá se adaptar gradualmente a essa diminuição, segundo a especialista. “Evite a utilização de temperos prontos e caldos concentrados, eles são ricos em sódio. Utilize mais ervas desidratadas, temperos naturais, pimenta e sucos de frutas para temperar os alimentos”, sugere Roberta Rehem. Além disso, não é recomendado usar saleiro à mesa nem acrescentar sal depois que o alimento estiver pronto.

Chefe de cozinha e dono de restaurante em Brasília (DF), Daniel Vieira admite que o sal é importante para intensificar o sabor dos alimentos, mas que pode ser diminuído aumentando a quantidade de temperos, principalmente a pimenta. “Na devida quantidade, a pimenta potencializa o sabor na sua boca”, ressalta Daniel.

Veja algumas dicas que Daniel deu para usar bem os temperos:

 

Tomilho

Combina muito bem

com legumes assados e

também com molhos.

 

Alho poró

Ele é bem suave. Combina bem com queijos e risotos.

Cominho

Pode ser utilizado em carnes vermelhas e carnes de caça (javali, jacaré) com sabores mais fortes e exóticos.

 

Coentro

Coentro pode ser usado com peixes de água salgada e moquecas.

Gengibre

Pode ser usado gengibre em muita comida, mas combina bem em molhos, peixes e frango.

 

Açafrão da terra

Muito usado na galinhada.

Manjerona

Carnes vermelhas, carne bovina e molhos a base de tomate.

 

Manjericão

Pizza, massas, carnes e saladas.

 

Pimentas

Tem o poder de ressaltar o sabor da comida, mas tem que tomar cuidado com a quantidade para não dominar todo o sabor no prato.

 

Salsinha

Pode ser utilizada em peixes e base de molhos.

Alecrim

Cabe muito bem com frango. Como é muito forte e seu sabor se sobressai, ele harmoniza com vários tipos de carnes, como a de cordeiro. Também pode ser usado com abobrinha e berinjela..

 

Fonte: Blog da Saúde.

 

Felicidade no Casamento: um curso que vai mudar sua vida!

FelicidadeCasorioFacebookTodos sonhamos com um casamento feliz e duradouro. E aí acordamos! Um casamento de sonho precisa ser construído na realidade, como uma casa. Venham aprender algo novo, baseado em pesquisas e não em opiniões sobre o que funciona, e que realmente pode ajudar nesta construção.

Profissionais da área de saúde, educação e aconselhamento receberão também,  instrumentos efetivos para ajudar ainda mais as pessoas em sua prática. Veja o convite no comentário abaixo:

 Instituto Como Falar convida para o workshop

FELICIDADE NO CASAMENTO

14 e 15 de Junho (domingo e segunda)

Existem muitos ingredientes que levam à felicidade conjugal. Infelizmente não são todos que conseguem manter um relacionamento amoroso e de admiração quando as dificuldades aparecem. Aprenda recursos para ter um relacionamento de qualidade, manter um dialogo eficaz, resolver os conflitos de maneira amistosa, e revelar o potencial que cada um possui para construir um vinculo saudável.

Apresentaremos a você o Método Gottman que é reconhecido mundialmente por oferecer instrumentos simples para um casamento funcionar. Como diz John M. Gottman, PhD. “Quanto mais inteligente for o casal em lidar com as emoções – e maior for sua capacidade de entender, honrar e respeitar um ao outro e o seu casamento- maior a probabilidade de viverem felizes para sempre”.

Venha se surpreender com a construção dos sete andares e como eles sedimentam o respeito e o amor da vida a dois.

 Domingo, 14/6 – das 9h às 12h30 e das 14h30 às 18h

  • O que faz os relacionamentos darem certo?
  • Como identificar as áreas fortes do casal e aquelas que precisam melhorar.
  • A casa do relacionamento sólido.
  • Olhando pelo buraco da fechadura: o que acontece no consultório.

 Segunda, 15/6 – das 9h às 12h30 e das 13h30 às 17h

  • As mudanças no relacionamento: o que impede e o que facilita.
  • Como o casal pode ser fortalecido por seus próprios esforços e com a ajuda da família, de profissionais e da comunidade.

 Incluso manual completo (300 pgs), com questionários e exercícios.

Curso ministrado pelas psicólogas Adri Dayan, Dina Azrak, Elisabeth Wajnryt, Sharon Wachokier

Atividades práticas e dinâmicas.

Informações e inscrições com Sissa pelo e-mail sissasm@gmail.com


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