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Arquivo de agosto de 2015

Pacientes com diabetes não acreditam que podem ficar cegos, segundo pesquisa

Por Juliana Conte

Uma das complicações mais comuns do diabetes mal controlado é a cegueira. Engana-se ainda quem pensa que o problema é restrito a pacientes idosos: muitos adultos em idade ativa acabam perdendo a visão por negligenciarem o controle da doença. Apesar de temerem a cegueira, muitos pacientes com diabetes não acreditam que isso pode, de fato, acontecer com eles. Essa constatação faz parte da pesquisa Time 2 do More, realizada pela Federação Internacional de Diabetes (IDF), que avaliou mil pacientes com a doença e médicos em seis países, incluindo o Brasil. O estudo teve apoio da farmacêutica Novartis.

Por conta do grande número de diabéticos no Brasil, cerca de 14 milhões, a quantidade de pacientes que podem acabar ficando cegos é bastante elevada. Sem contar aqueles que têm a doença, mas não sabem. Por isso, é de extrema importância que o paciente com diabetes faça exames anuais, como o mapeamento da retina, para poder identificar qualquer alteração inicial, antes dos sintomas aparecerem. Porque quando ele começa a perder a visão, o quadro já se torna irreversível”, adverte André Gomes, presidente da SBRV (Sociedade Brasileira de Retina e Vítreo).

Entre as complicações oftalmológicas do diabetes, o edema macular diabético é o mais preocupante. O excesso de açúcar no sangue de forma prolongada prejudica os vasos sanguíneos e gera um acúmulo de líquido e de proteínas na região da mácula, o que faz com que a retina inche e a visão se torne bastante prejudicada, borrada. Esse problema acontece em decorrência de outra doença: a retinopatia diabética, lesão dos pequenos vasos sanguíneos que nutrem a retina, consequência do excesso prolongado de açúcar no sangue.

É preciso sensibilizar o paciente para que ele controle o diabetes desde o início, pois a variação de açúcar no sangue é extremamente prejudicial ao organismo, já que afeta todos os órgãos”, destaca Gomes.

Fonte: http://drauziovarella.com.br/diabetes/pacientes-com-diabetes-nao-acreditam-que-podem-ficar-cegos/

Dieta sem glúten? Não é para todos!

Muitas pessoas adotam uma dieta sem glúten para emagrecer, porém, podem não variar os alimentos de forma correta, ocasionando problemas nutricionais.

Pesquisas vêm mostrando o aumento da prevalência das sensibilidades a alimentos na população mundial, e as proteínas do trigo estão na frente da fila. Três males são conhecidos: a doença celíaca, a sensibilidade ao glúten e a alergia ao trigo. Cada um tem um mecanismo de ação no organismo, mas, em comum, todos forçam a adoção de restrições na dieta.

As alergias alimentares atingem 5% da população, e a do trigo está entre as mais comuns. Além disso, 1% tem doença celíaca, mal autoimune que impede a digestão do glúten e leva a complicações graves. Um estudo publicado este mês na revista “Plos One” diz que, na América Latina, o índice varia entre 0,46% e 0,64%. Enquanto isto, ganha popularidade o termo sensibilidade ao glúten, que afetaria entre 3% e 6%, segundo estimativas iniciais.

Doença celíaca

O que é. Desordem autoimune que provoca inflamações no intestino delgado e o deixa incapaz de absorver o glúten. Ocorre em 1% da população, geneticamente suscetível e exposta a fatores ambientais ainda sendo estudados.

Sintomas. Os sinais “clássicos” são dores abdominais, diarreia, mal-estar e gases. Também são indicativos: enxaqueca, doenças respiratórias, depressão, osteoporose, cansaço crônico, anemias recorrentes, infecções ginecológicas persistentes. Doenças autoimunes, como diabetes tipo 1 e tireoidite de Hashimoto.

Diagnóstico. Exames testam anticorpos (anti-transglutaminase tecidual ou antiendomísio), além de alterações intestinais observadas por biópsia.

Sensibilidade ao glúten

O que é. Uma forma de intolerância ao consumo de glúten, quando a doença celíaca e a alergia ao trigo foram excluídas. Estima-se que 6% da população tenham o problema.

Sintomas. Parecidos, mas geralmente menos graves do que os da doença celíaca. Estudos sugerem que alguns casos de sensibilidade ao glúten são, na verdade, de doença celíaca que não respondem aos exames tradicionais.

Diagnóstico. Há dificuldade de se definir o diagnóstico. Depende da exclusão de doença celíaca e alergia ao trigo. Há testes moleculares que são aplicados como apoio ao histórico clínico de sintomas.

Alergia a trigo

O que é. Uma resposta imunológica exagerada às proteínas do trigo. Neste caso, não é uma reação ao glúten, mas é preciso evitar o trigo, uma das principais fontes dessa proteína.

Sintomas. Ocorrem minutos ou horas após o consumo de alimento com trigo e são iguais ao de quaisquer alergias: urticária, problemas gastrointestinais e até anafilaxia (reação alérgica aguda).

Diagnóstico. Realizado pelo alergista, a partir de história clínica do indivíduo, além de exames cutâneos e dosagem de anticorpo Imunoglobulina E (IgE) no sangue.

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