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Arquivo de setembro de 2015

Entenda o que é o câncer de mama e como prevenir

O que é?

O câncer de mama é o carcinoma mais comum em mulheres, respondendo por 22% do total de casos novos a cada ano no Brasil, segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca). Estimativa do instituto aponta que o país registrou 52.680 novos casos da doença apenas em 2012.

Os dados mais recentes de óbitos divulgados pelo instituto apontam que, em 2010, morreram no Brasil 12.852 pessoas devido ao câncer de mama, sendo 147 homens e 12.705 mulheres.

Quais são os fatores de risco?

São considerados fatores de risco, tanto para homens, quanto para mulheres, histórico familiar, obesidade, sedentarismo e antecedente de patologias mamárias. Além disso,  ginecomastia ou crescimento de mamas nos homens (isso pode ocorrer com aplicações de hormônio), hiperestrogerismo, doença testicular, doença hepática, fratura óssea acima de 45 anos e a síndrome de Klinefelter podem também ser perigosos.

Estima-se que por meio da alimentação, nutrição e atividade física é possível reduzir em até 28% o risco de a mulher desenvolver câncer de mama.

Nascer com os genes BRCA1 ou BRCA2 significa que vou ter câncer no futuro?

Não. Segundo a geneticistista Lygia da Veiga Pereira, chefe do laboratório nacional de células-tronco embrionárias da Universidade de São Paulo, apenas quem nasce com mutações em um desses genes ou desenvolve esta mutação ao longo da vida passa a ter risco de desenvolver algum tipo de câncer.

Ela explica que a probabilidade de uma mulher com saúde normal desenvolver câncer de mama até os 90 anos é de 10%. No entanto, se ela tem uma mutação nos genes BRCA1 ou BRCA2, a chance de desenvolver o câncer é de 87%. Mutações nos genes BRCA são responsáveis por cerca de 10% dos casos de câncer de mama nos EUA, tanto em mulheres como em homens.

Apenas os genes BRCA1 ou BRCA2 causam o desenvolvimento de câncer?

Não. Segundo o médico mastologista João Carlos Sampaio Góes, diretor científico do Instituto Brasileiro do Controle do Câncer, existem outros genes ainda não identificados que também são relacionados à pré-disposição do câncer de mama. Ele também acrescenta que casos de reposição hormonal também podem causar o desenvolvimento da doença

Casos de câncer na família significam que também terei algum carcinoma no futuro?

Não. Segundo a geneticista, 90% dos cânceres não são hereditários (genéticos). Ela explica que o carcinoma ocorre devido a algum defeito genético, que pode aparecer anos após o nascimento de uma pessoa, devido ao seus hábitos de vida.

Realizar exame de sequenciamento genético pode ser uma alternativa de prevenção?

Sim. No entanto, segundo Lygia da Veiga, é um exame feito com menos frequência e, em grande parte na pequena parcela da população que tem maior pré-disposição ao desenvolvimento de câncer hereditário, quando genes defeituosos são transmitidos da mãe ou pai para os filhos.

Segundo a geneticista da USP, essa taxa é de 10%. Ela afirma ainda que o sequenciamento pode ser recomendado para casos de desenvolvimento da doença em pessoas da mesma família que têm câncer muito cedo. Exemplo são mulheres que desenvolvem câncer de mama com idades que variam entre 20 e 40 anos.

Realizar uma mastectomia (retirada dos seios) é a única solução para prevenir o câncer de mama?

Não. A retirada dos seios, após a descoberta do gene defeituoso e da chance de desenvolver câncer de mama, pode reduzir o risco de desenvolver o carcinoma. De acordo com o médico mastologista João Carlos Sampaio Góes, esse tipo de procedimento, seguido da reconstrução das mamas, já é bastante aplicado do país, inclusive quando há detecção do câncer de mama na fase inicial.

No entanto, há outras alternativas de prevenção. Uma delas é o acompanhamento médico com maior frequência e realização de exames de mamografia. A outra é o tratamento com a substância tamoxifeno, considerado um antihormônio, e que reduz em 50% o risco do câncer de mama.

Porém, essa medicação pode ser tomada por pouco tempo (entre 5 e 10 anos), pois tem efeitos colaterais como a elevação do risco de trombose, problemas de visão e desenvolvimento de câncer de endométrio (camada de células que reveste o útero).

Fonte: http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2013/05/entenda-o-que-e-o-cancer-de-mama-e-metodos-de-prevencao.html

O Laboratório Lab Hormon disponibiliza os painéis BRCA1 e BRCA2 para seus pacientes e médicos.

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Sete em cada dez casos de câncer em homens são na próstata

O câncer de próstata representa 70% dos diagnósticos de câncer em homens brasileiros, segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA), referentes a 2014. Segundo o INCA, há o registro de 70 mil novos casos por ano no país para uma doença que tem taxa de 90% de cura se o diagnóstico for inicial.

O problema é que o homem brasileiro tende a descobrir tarde devido à falta de informação e a resistência ao exame de toque retal. Esse exame é insubstituível e o único capaz de identificar a doença com precisão. 

Segundo o Centro de Referência da Saúde do Homem, 60% dos pacientes do sexo masculino só procuram tratamento quando a doença está em estágio avançado. O dado é de 2013. De acordo com o órgão da Secretaria de Estado da Saúde, todos os meses 1,5 mil homens chegam ao hospital com problemas mais adiantados e que necessitam de intervenção cirúrgica. 

Após chegarem por indicação médica ao Centro, 90% dos homens aceitam fazer os exames necessários. “Apesar da resistência, a conversa com o urologista faz a diferença”, explica o diretor do hospital, Cláudio Murta.

A ida ao médico ainda depende muito do apoio dos familiares e 75% dos homens chegam ao local acompanhados da mulher, do filho ou outro familiar. “Aqueles que não estão acompanhados comentam que estão aqui porque sua mulher enviou”, comenta Murta.

Exame de toque

O tão temido e falado exame de toque retal na próstata dura apenas alguns segundos. “No máximo 15 segundos”, diz o urologista Francisco Fonseca. A simplicidade do exame contrasta com a baixa procura pela especialidade médica de acordo com dados da Sociedade Brasileira de Urologia. Cerca de 44% dos homens brasileiros já foram ao urologista e apenas 32% fizeram o exame de próstata.

O exame de toque não é o único que deve ser realizado. A medição da taxa de PSA, uma enzima produzida pela próstata que permite a liquidez do sêmen, também é um indicativo para o surgimento da doença. Um exame não substitui o outro e, em alguns casos, mesmo com a taxa normal de PSA, o paciente é diagnosticado com câncer.

O urologista Fernando Maluf lembra que o aumento da próstata é algo que ocorre naturalmente ao longo da vida do homem, mas seu rápido crescimento associado a dificuldades urinárias deve ser observado. 

A realização dos exames de rotina deve começar aos 40 anos para aqueles que têm registros de casos em parentes de primeiro grau. Apesar de incidência baixa (2 a 3%), o câncer hereditário pode aparecer mais cedo. Para aqueles sem registros, os exames podem ser feitos a partir dos 50 anos.

Fonte: http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2015/07/03/cancer-de-prostata-representa-70-dos-diagnosticos-de-cancer-em-homens.htm#fotoNav

“O ORGÂNICO NOSSO DE CADA DIA”

FONTE: http://felizes.net/o-organico-nosso-de-cada-dia/

Relaxar é tão importante quanto comer bem e o sentimento de culpa é pior do que alimentar-se mal.”

(Alan Levinovitz, filósofo americano)

Em sua entrevista nas páginas amarelas da Revista Veja de 26 de agosto de 2015, edição 2440,  sobre “O orgânico nosso de cada dia”, Alan menciona como da mesma forma que os dogmas religiosos, o radicalismo nos hábitos alimentares e o stress do perfeccionismo pode nos levar aos transtornos alimentares. Encontro muitos pontos em comum com os capítulos que dedico em meu livro às portas de saída da compulsão alimentar culturais e espirituais. Citando o autor:

Com moderação, dá para se servir de tudo. Para aproveitar a vida, o importante é ser flexível e não ficar o tempo todo impondo regras a si próprio.”  O conceito paralelo no trabalho que proponho a quem é compulsivo é o de aprender a equilibrar-se saindo do “sair do tudo ou nada”.

A seguir, o filósofo fala de Ortorexia, um dos novos transtornos alimentares, parecido com Anorexia, onde a busca obsessiva por magreza é substituída pela procura de saúde:

Conheço gente que deixa de ir a reuniões familiares por não saber a origem do que será servido. Ou deixa de mandar o filho a festas infantis por medo do açúcar colorido artificialmente. Viver com medo de ser impuro é viver com medo de estar doente. Não podemos transformar os alimentos em remédios.”

Comer não é somente um hábito para ser saudável e manter o peso. É também divertir-se com amigos, desfrutar cultura e história.”

Médicos alertam para forma errada de combater a falta de vitamina D

FONTE: www.globo.com

Sociedade Brasileira de Dermatologia faz um alerta importante: “mesmo quem tem falta de vitamina D, não deve nunca abrir mão do protetor solar”.

Mesmo nesse inverno iluminado e quente, muitos brasileiros têm recebido um diagnóstico médico de deficiência de vitamina D. É um nutriente que o corpo humano produz a partir da exposição ao sol. Só que, para tentar corrigir essa carência, tem gente deixando de se proteger.

Mesmo morando no Rio de Janeiro, Érika sempre fugiu da praia. Da praia, não, do sol.

É bonito, um bronzeado, mas eu acho que ao mesmo tempo não é uma coisa saudável pra pele. Você descasca, você arde”, conta Érika Xavier, jornalista.

Vivendo a maior parte do tempo assim, entre quatro paredes, ela não se espantou nem um pouco quando recebeu o diagnóstico alguns meses atrás: “Falta de vitamina D”.

A luz do sol é a principal fonte dessa vitamina. Isso é um problema para quem vive encapotado, em países com inverno escuro e rigoroso, como a Suécia, Dinamarca, Finlândia. Só que mesmo no Brasil, onde em boa parte do país o inverno tem sol, a falta de vitamina D é um problema mais comum do que a gente imagina.

Ela é importante para o nosso organismo absorver o cálcio. Fundamental no crescimento das crianças e no fortalecimento dos ossos na idade adulta.

O nosso organismo produz a vitamina D em duas etapas. Primeiro, os alimentos fazem o fígado produzir uma pré-vitamina, que entra na corrente sanguínea. Na pele, essa substância recebe a energia que vem do sol, e se transforma em vitamina D.

A chamada hipovitaminose D é mais comum em obesos, hipertensos e nas pessoas acima dos 60 anos. Em alguns casos, os médicos podem receitar um suplemento da vitamina. É como o sol em forma de comprimido. Mas o remédio mais comum, não vende na farmácia, não, é o sol.

Só que a Sociedade Brasileira de Dermatologia faz um alerta importante: “mesmo quem tem falta de vitamina D, não deve nunca abrir mão do protetor solar”.

A nossa pele precisa de pouco sol para produzir o que a gente precisa de vitamina D. E, no Brasil, pouco sol, já é muito.

Dez minutos de sol, duas vezes por semana, numa área correspondente à face e às mãos já é suficiente para sintetizar a vitamina D. Sempre com filtro solar”, diz Gabriel Gontijo, presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia.


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