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Arquivo de outubro de 2015

Vacina contra HPV terá apenas duas doses!

Fonte: O Estado de São Paulo

O Ministério da Saúde deverá diminuir de três para duas o número de doses da vacina do HPV oferecida na rede pública para meninas de 9 a 13 anos, anunciou ontem a coordenadora do Programa Nacional de Imunizações, Carla Domingues, na Jornada Nacional de Imunizações, realizada em Curitiba.
Iniciada no ano passado, a vacinação contra o vírus causador do câncer de colo de útero deveria ser feita em três etapas, com a segunda dose aplicada seis meses após a primeira e a terceira, cinco anos depois da dose inicial.
Segundo Carla Domingues, no entanto, estudos científicos já demonstram que a vacina atinge a eficácia desejada apenas com duas doses.
“Estamos trabalhando para mudar esse esquema de vacinação para duas doses porque, além da questão da eficácia, podemos aumentar a adesão”, disse ela.A mudança deverá ser oficializada no ano que vem. Mesmo as adolescentes que foram vacinadas no ano passado e neste ano, antes da alteração no esquema vacinal, não precisarão tomar a terceira dose.
O aumento da adesão à campanha de vacinação contra o HPV é um desafio para o Ministério da Saúde. No ano passado, mais de 100% do público-alvo tomou a primeira dose da vacina, mas o porcentual de meninas que procuraram os postos de saúde para tomar a segunda dose caiu para 60% após relatos de efeitos colaterais.
Investigações do ministério e de secretarias de saúde mostraram que a maioria dos eventos adversos foram reações psicológicas e comprovaram que a vacina é segura.
Custo. Carla negou que a redução no número de doses tenha como objetivo reduzir os custos com a compra do produto.
“Em programa de vacinação, a gente nunca pensa em reduzir custos. A preocupação tem de ser manter a eficácia e aumentar a adesão”, disse.
Representante da Sociedade Brasileira de Infectologia no Comitê Técnico Assessor de Imunizações do ministério, Rosana Richtmann votou a favor da redução. “Já há evidências científicas que demonstram que, na faixa etária de meninas entre 9 e 13 anos, duas doses da vacina produzem mais anticorpos do que três doses aplicadas em mulheres de 16 a 26 anos, o que torna desnecessária uma terceira dose”, defendeu.

Pernas saudáveis ajudam a deixar coração seguro!

Fonte: Saúde Plena

 Principais auxiliares do protagonista no sistema circulatório, elas merecem toda atenção e cuidado.

“A panturrilha é o nosso segundo coração”, explica o doutor Eduardo Vieira, cardiologista e angiologista do Hospital do Coração do Brasil. A circulação no organismo começa pelo coração, que bombeia de sete a oito litros de sangue por todo o corpo. O líquido circula primeiramente pelas artérias, percorre todos os órgãos e membros do corpo. Ao fazer o percurso de volta, passa pelas veias, daí a denominação sangue venoso. É nessa última etapa que o trabalho das pernas é fundamental, em especial a musculatura da panturrilha.

Segundo Eduardo Vieira, quando caminhamos, as veias presentes nas pernas são submetidas ao movimento de contração e relaxamento e, como uma bomba hidráulica, facilitam a volta do sangue para o coração. “Qualquer atividade feita pelo indivíduo é um estímulo à circulação. A pessoa sedentária ou que tem sobrepeso fica longos períodos na mesma posição, tanto sentada, quanto em pé, e isso diminui a dinâmica do sangue”, ensina. Levar uma vida saudável, que inclui a prática de exercícios físicos e a alimentação equilibrada, nem sempre garante a eliminação dos problemas circulatórios, visto que o fator genético é determinante. Para o presidente da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV), Pedro Pablo Komlós, mesmo com todos os cuidados, o indivíduo ainda pode adoecer. “Havendo sintomas diferentes, que não são reconhecidos, o paciente deve procurar um médico. É importante ser encaminhado ou procurar diretamente um especialista, pois doenças desse tipo não são difíceis de serem diagnosticadas, porém, tudo vai depender de uma boa orientação”, alerta.

O professor de inglês Miles Andrews, 47 anos, nunca tinha ouvido falar de trombose, muito menos de embolia pulmonar quando começou a perceber que a perna direita passou a ficar amarelada. Pela falta de conhecimento, achou que a coloração estranha na pele logo sumiria. Sem notar nenhuma melhora e depois de verificar que a região estava inchada e dolorida, Miles decidiu buscar ajuda médica. Ao fazer os primeiros exames, descobriu a trombose e foi internado imediatamente. Tomou uma medicação para ajudar a diluição do sangue, mas parte do líquido coagulado acabou indo parar no pulmão. Além disso, os especialistas encontraram ainda outro coágulo na perna esquerda. O professor precisou ser submetido a uma cirurgia, na qual inseriram uma espécie de filtro em seu corpo a fim de impedir que novos episódios pudessem atingir o pulmão, o coração ou o cérebro.

Passado o susto, Miles descobriu que havia histórico da doença na família. Mas longe de colocar a culpa na carga genética, Miles acredita que o problema surgiu pelo fato de fumar muito e ter a alimentação desregrada. “Acho que não sentia nada e não tive problemas maiores porque faço muito exercício diariamente. Ando de bicicleta, faço musculação e caminho”, conta.

Varizes, trombose e embolia pulmonar são as doenças mais comuns decorrentes da má circulação nas pernas. A partir da primeira, as outras podem se desenvolver em graus diferentes. As pequenas veias são uma desvantagem da evolução humana, pois, como colocamos o peso do corpo nos membros inferiores, as pernas acabam sobrecarregadas. “É uma doença multifatorial. O exercício não fará sumir as causas existentes, mas vai evitar que apareçam novas. É uma prevenção”, esclarece Eduardo Vieira.

Perigo

A trombofilia é a predisposição ao desenvolvimento da trombose, a formação de coágulos sanguíneos. Esses coágulos percorrem vasos e artérias e podem provocar o entupimento de veias e interromper o fluxo do sangue e, com isso, causar isquemias e embolias. A trombofilia se manifesta em cerca de 20% da população mundial e se origina tanto de fatores hereditários como adquiridos.

Mulheres em alerta

Tanto as varizes finas quanto as mais acentuadas podem ser motivadas pela genética, pela idade ou pelos hormônios. As mulheres têm, naturalmente, mais flutuações hormonais do que os homens e, como o sistema venoso é muito influenciado por essas mudanças bruscas, elas têm maior predisposição a essas doenças.

O uso de anticoncepcionais e a gravidez são fatores de risco para o aumento das varizes. “Aparecem em qualquer idade, mas, a partir da menstruação, tendem a se intensificar. O maior problema se constitui na junção dos genes que tendem a herdar veias fracas, com paredes pouco elásticas, semelhantes a borrachas”, fundamenta Komlós. Ainda de acordo com ele, algumas etnias são mais propensas, como a italiana e a alemã
Alguns hábitos ajudam a prevenir o aparecimento: praticar uma atividade física diária que exercite os braços e as pernas, manter a alimentação balanceada, controlar o peso e fazer checapes anuais. Além disso, fortalecer a panturrilha com uma rotina de exercícios musculares e aeróbicos contribui para amenizar o desconforto causado pela sobrecarga na circulação no fim do ciclo menstrual.

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Versão brasileira de exame para escolha no tratamento do câncer de mama será 85% mais barata

Segundo tipo mais frequente no mundo, o câncer de mama é o mais comum entre as mulheres, respondendo por 22% dos novos casos a cada ano. Na população mundial, a sobrevida média após cinco anos é de 61%. No Brasil, no entanto, as taxas de mortalidade continuam elevadas, provavelmente porque a doença ainda é diagnosticada em estágios avançados.

Um exame desenvolvido por pesquisadores brasileiros da Faculdade de Medicina do ABC (FMABC), em São Paulo – já testado em 167 mulheres com carcinoma mamário em estágios I, II e III – promete ajudar na redução dessa estatística.

Os pesquisadores criaram uma técnica pioneira de perfilhamento genético do câncer de mama que subsidia a equipe médica com o diagnóstico molecular da doença, permitindo a indicação de tratamentos mais precisos e melhorando o prognóstico. Atualmente, existe um exame comercial importado que custa R$ 9 mil em serviços particulares. A patente para a técnica brasileira já foi solicitada ao Ministério da Saúde, que disponibilizará o exame por R$ 1,2 mil.

“É uma ferramenta fundamental para melhorar os resultados dos tratamentos e que, devido ao alto custo, estava restrita a uma parcela reduzida da população. Esperamos que agora esse benefício seja disponibilizado em larga escala, inclusive com incorporação pelo Sistema Único de Saúde e por operadoras de planos de saúde privados”, afirma o coordenador do Laboratório de Análises Clínicas da FMABC e autor da pesquisa, Fernando Luiz Affonso Fonseca.

Fonte: http://www.labtestsonline.org.br/noticias/mama/


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