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Arquivo de março de 2016

7 mitos e verdades sobre a Gripe A – Exame para H1N1 disponível no Lab Hormon

A gripe A, também conhecida como gripe suína é causada pelo vírus H1N1, que é transmitido pelo ar, de pessoa para pessoa, através de gotículas de saliva de um indivíduo doente para outro saudável. O diagnóstico desta gripe é feito através de exame de sangue, pois os seus sintomas são semelhantes aos da gripe comum, sendo apenas um pouco mais fortes.

Como esta é uma nova gripe, é normal surgirem dúvidas sobre o assunto, por isso veja a seguir os mitos e verdade relacionados a esta doença.

1.Posso pegar Gripe H1N1 através do consumo de carne de porco.

Mito. É verdade que o ciclo de vida do vírus H1N1 passa pelo porco, mas ele só é transmitido entre as pessoas através da saliva, espirro e contato com secreções do paciente doente, da mesma forma que ocorre com a gripe comum.

2. Pessoas gripadas podem tomar a vacina do H1N1.

Verdade. Pessoas gripadas, mas sem apresentar febre, podem tomar a vacina do H1N1. Esta vacina está contraindicada apenas para bebês com menos de 6 meses de vida, pessoas com febre, com doença neurológica ou que tenham alergia ao ovo ou às substâncias timerosal, presente no Merthiolate, e à neomicina.

3. A vacina contra gripe A pode causar a morte.

Mito. Essa teoria surgiu devido à presença de duas substâncias na vacina, o mercúrio e o óleo de esqualeno. No entanto, a verdade é que o mercúrio utilizado é o etilmercúrio, que é um conservante que também faz parte de outras vacinas como a da difteria e do tétano. Já o óleo esqualeno é uma substância que está presente no nosso organismo naturalmente, e que é usada na vacina para aumentar a sua eficácia.

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4. Mulheres grávidas e que amamentam podem tomar a vacina.

Verdade. Mulheres que estão grávidas ou que amamentam podem tomar a vacina normalmente, independente da idade gestacional. No entanto, a aplicação da vacina só deve ser feita após obter a autorização do obstetra.

5. Os efeitos colaterais da vacina são muito fortes.

Mito. A maior parte das pessoas não sentem qualquer efeito colateral após tomar a vacina, mas quando eles aparecem costumam durar apenas cerca de 2 dias, e os sintomas podem ser dor no local da aplicação da vacina, febre baixa e mal estar.

6. O vírus usado na vacina está morto, por isso não causa a gripe A.

Verdade. O tipo de vírus utilizado para produzir a vacina contra a gripe A é o vírus inativado, ou seja, ela é composta por vírus mortos e divididos em pedaços, não sendo possível ficar doente com a gripe A por causa da vacinação.

7. Usar erva-doce no lugar do remédio Tamiflu funciona para combater a gripe A.

Mito. Esse mito surgiu porque a erva-doce também possui o composto anis estrelado, que é usado para fabricar o remédio. No entanto, o anis usado no Tamiflu é retirado de uma planta originária da China, não sendo igual ao da erva-doce encontrada no Brasil. É permitido tomar o chá de erva-doce durante a gripe A, mas se os sintomas piorarem, é preciso ir ao médico porque apenas os verdadeiros remédios irão ajudar.

Fonte: http://www.tuasaude.com/gripe-a-h1n1/

Consumo de chocolate pelo paciente diabético

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Estamos quase na Páscoa e os supermercados já estão com seus “túneis” de ovos de chocolate montados, o que chama a atenção e aumenta a vontade de degustar essa guloseima. Mas e o paciente que convive com diabetes mellitus? Também pode se deliciar com chocolate? Não só pode, como deve! Mas alguns cuidados devem ser tomados. Vejamos…

No ano de 2012, a revista médica mais importante do mundo, New England Journal of Medicine, publicou um estudo muito interessante. Pesquisadores demonstraram que os países onde mais pessoas consumiam chocolate, ganhavam mais prêmios Nobel (!!!). Seria uma evidência epidemiológica de que o consumo regular de chocolate melhorava as capacidades cognitivas de quem o saboreava? Possivelmente. O chocolate é feito de cacau, planta que como o chá-verde é rica em flavonoides. Estes compostos fenólicos são potentes antioxidantes e anti-inflamatórios naturais. Estas substâncias quando consumidas regularmente têm o potencial de trazer uma série de benefícios ao cérebro, coração, vasos e metabolismo.

Além da melhora da função cognitiva, alguns estudos sugerem que o consumo de chocolate possa ajudar a combater sintomas depressivos através da modulação da dopamina e dos opioides no cérebro. Além disso, dois estudos suecos mostraram que aumentar o consumo de chocolate amargo em pelo menos 50 gramas por semana foi capaz de reduzir o risco de isquemias e hemorragias cerebrais em até 27 por cento! Vale lembrar que pacientes diabéticos apresentam risco maior para estas doenças.

Os suecos realmente gostam de estudar os benefícios do chocolate! Outra análise mostrou que o consumo de apenas 28 gramas de chocolate amargo uma ou 2 vezes por semana se associou a um risco 32 por cento menor de insuficiência cardíaca. Estudos posteriores evidenciaram melhora na função do endotélio (camada interna dos vasos) e da função das plaquetas (responsáveis pela coagulação do sangue). Ou seja, o chocolate também tem potencial de reduzir infartos e mortalidade por doença coronariana. E as doenças cardiovasculares são as principais causas de morte em pacientes com diabetes mellitus…

Uma extensa revisão da literatura publicada na prestigiada Cochrane Database of Systemic Reviews mostrou que o consumo de chocolate ajuda a reduzir a pressão arterial. O efeito é devido a liberação de óxido nítrico, um potente vasodilatador, pelo endotélio. Além disso, os chocolates com mais de 60% de cacau, apesar de possuírem gorduras saturadas, são capazes de reduzir os níveis de colesterol LDL (ruim) e aumentar os níveis de HDL (colesterol bom). Algo impressionante: um estudo publicado em 2012 na revista médica Archives of Internal Medicine associou um maior consumo de chocolate a um menor índice de massa corporal (IMC)! Isto é, dentro de uma alimentação equilibrada, os antioxidantes do chocolate poderiam ajudar a manter o peso mais próximo do ideal. Por fim, existem evidências de que os polifenóis melhoram a função das células beta do pâncreas, melhorando o metabolismo glicêmico. Ótimas notícias para quem convive com o diabetes, não?

Contudo, todos os estudos que mostraram benefícios, sempre usaram as versões “amargas” do chocolate, ou seja, com alto teor de cacau (60% ou mais). As versões ao leite e branco são ricas em açúcar e gorduras adicionadas (diferentes do ácido esteárico do cacau), além de serem pobres nos benéficos polifenóis, ou seja, podem ser prejudiciais à saúde e devem ser evitadas principalmente por pacientes diabéticos.

Nesta Páscoa peça ao Coelho chocolates com alto teor de cacau e não abuse! Apesar de bom para saúde, o chocolate amargo ainda é um alimento calórico, ou seja, em excesso pode aumentar o peso.

Fonte: Medscape

http://www.diabetes.org.br/artigos-sobre-diabetes/1264-consumo-de-chocolate-pelo-paciente-diabetico

Tecnologia permite precisão na visualização de veias e segurança nos procedimentos que necessitam de punção venosa

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O Laboratório Lab Hormon disponibiliza o visualizador portátil de acesso venoso AccuVein AV300, que é um dispositivo para iluminação que permite localizar a veia abaixo da pele, aumentando a eficácia dos procedimentos e garantindo segurança e agilidade durante as coletas de sangue e infusões intravenosas de medicamentos.

Criado pela Becton, Dickinson & Company (BD), o AccuVein AV300 é o primeiro iluminador de veias portátil que cabe na palma da mão. Trata-se de um equipamento inovador que não mantém contato com a pele do paciente, o que evita a contaminação cruzada e elimina a necessidade de esterilização. Para utilizá-lo, é necessário apenas apontar para a área desejada da pele e pressionar o botão.

Sem este aparelho, o coletador precisa pressionar a pele e fazer uma suposição baseada unicamente na sensibilidade tátil. É como procurar uma veia de olhos vendados. No entanto, com o AccuVein AV300, é possível identificar e escolher a veia ideal para a punção venosa, garantindo que o procedimento seja feito corretamente logo na primeira tentativa.

O equipamento tem três níveis de luz e os raios infravermelhos possibilitam a iluminação das veias com até 7 mm de profundidade. A luz infravermelha é absorvida e entra em contato pela carboxihemoglobina do sangue, demonstrando com precisão todos os vasos sanguíneos possíveis para a punção venosa. Dessa forma, é possível reduzir o desconforto, obter mais segurança na coleta e agilizar o processo, principalmente em pacientes que apresentam veias menos visíveis como os recém-nascidos, pessoas obesas, idosos, entre outros.

Este dispositivo está disponível nas Unidades Matriz e São Bernardo do Campo.

Mosquito transgênico contra Aedes ganha aprovação preliminar nos EUA

 

Mosquitos Aedes aegypti transgênicos em fábrica da Oxitec em Campinas. (Foto: Paulo Whitaker/Reuters)

Mosquitos Aedes aegypti transgênicos em fábrica da Oxitec em Campinas. (Foto: Paulo Whitaker/Reuters)

Decisão final sobre pedido de teste na Flórida ainda levará mais de um mês. Inseto macho que neutraliza fêmeas já está passando por testes no Brasil.

A FDA (agência de vigilância sanitária dos EUA) emitiu hoje uma aprovação preliminar para que mosquitos transgênicos sejam liberados na Flórida em um teste de combate contra o Aedes aegypti.

O texto da decisão fica disponível ao público por 30 dias, durante os quais autoridades deverão receber comentários. Se a agência não mudar de ideia, o primeiro teste da tecnologia contra o inseto transmissor da dengue e da zika pode ser autorizado.

A empresa que solicita a autorização é a britânica Oxitec, que pretende fazer um teste na região de Key Haven, na Flórida, onde o clima quente e úmido permitiu a disseminação do Aedes aegypti. A mesma empresa já realizou quatro testes com o animal geneticamente modificado no Brasil.

A estratégia adotada pela Oxitec é produzir em laboratório centenas de milhares de mosquitos machos — que não picam — que depois são soltos para fecundar as fêmeas selvagens em áreas infestadas. Como o mosquito é estéril, os ovos produzidos pelas fêmeas resultam em indivíduos inviáveis, que não chegam à idade adulta, reduzindo a população local do inseto.

A decisão da FDA ocorreu após cinco anos de discussões com moradores da região de Key Haven destinada a abrigar o teste. Uma parcela dos moradores, contrária à liberação dos mosquitos transgênicos, chegou a articular um abaixo-assinado contra o projeto.

Testes no Brasil
No Brasil, o inseto da Oxitec já recebeu aval da CTNBio (Comissão Técnica Nacional de Biossegurança), que considerou a tecnologia inofensiva, apesar de não avaliar sua eficácia.

Testes em bairros de Juazeiro (BA), Jacobina (BA) e Piracicaba (SP), porém, resultaram todos em redução das populações locais de Aedes aegypti em mais de 80%, segundo a empresa.

A Oxitec aguarda há mais de dois anos uma autorização da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para iniciar negócios no Brasil. Apesar de o mosquito já ser considerado seguro pela CTNBio, a empresa precisa do aval da agência federal para torná-lo um produto comercial.

Fonte: http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2016/03/mosquito-transgenico-contra-aedes-ganha-aprovacao-preliminar-nos-eua.html

 

Biomarcadores sFlT/PlGF: exame pode predizer risco de pré-eclâmpsia. Exame disponível no Lab Hormon!

Análise do sangue materno auxilia no diagnóstico precoce da doença

O exame de biomarcadores para pré-eclâmpsia é utilizado para auxiliar no diagnóstico de pré-eclâmpsia antes mesmo dos primeiros sinais clínicos. Além disso, nas pacientes com diagnóstico de pré-eclâmpsia, os biomarcadores permitem predizer a gravidade da doença hipertensiva, auxiliando o médico na condução, aconselhamento e previsão dos riscos.

A pré-eclâmpsia é definida pelo aumento da pressão arterial associada à proteinúria (perda de proteínas na urina) após a 20 ª semana de gestação. É considerada uma importante causa de morbidade e mortalidade materna, fetal e neonatal no mundo, acometendo cerca de 5 a 10% de todas as gestações. Os distúrbios hipertensivos estão entre as três principais causas de morte materna no Brasil e no mundo.

Para diagnosticar a doença, o exame analisa a concentração de duas moléculas no sangue da gestante: a sFlT-1 (tirosina quinase solúvel) e o PlGF (fator de crescimento placentário). Em gestantes que desenvolvem pré-eclâmpsia, verificou-se que os níveis de sFlT-1 estão elevados e os níveis de PlGF reduzidos quando comparados com uma gravidez normal, mesmo antes de ocorrerem os sintomas clínicos.

Estes biomarcadores são analisados em conjunto e a relação entre eles (sFlT-1/PlGF) traz informações importantes como gravidade da doença e risco de aparecimento da doença nos próximos dias.

Indicações

Embora não faça parte da rotina de pré-natal normal, este exame pode ser realizado a partir de 20 semanas de gestação. As gestantes aconselhadas a realizar este exame são aquelas que possuem fatores de risco para pré-eclâmpsia, como:

      • Primeira gestação

      • Antecedentes pessoais de pré-eclâmpsia e eclâmpsia

      • Histórico familiar de pré-eclâmpsia e eclâmpsia

      • Hipertensão arterial crônica

      • Doença renal pré-existente

      • Obesidade

      • Gestação de gêmeos

      • Diabetes mellitus

      • Trombofilias (alterações na coagulação sanguínea que aumentam o risco de trombose)

      • Doença trofoblástica gestacional

      • Isoimunização Rh

      • Histórico de restrição de crescimento intrauterino

      • Descolamento prematuro de placenta em gestação anterior

      • Há casos também em que a gestante não possui fatores de risco para pré-eclâmpsia, mas apresenta sintomas que podem justificar a realização do exame de biomarcadores sFlT-1/PlGF. Alguns desses sintomas são:

      • Cefaleia

      • Alterações Visuais

      • Dor de estômago

        Entretanto, existem situações em que os sinais e sintomas não são tão graves ou evidentes, e a coleta dos biomarcadores poderia auxiliar no diagnóstico. Por exemplo:

      • Gestantes com aumento da pressão arterial sem outras alterações

      • Restrição de crescimento intrauterino de forma isolada

Gestantes com edema importante sem causa aparente.Em pacientes com diagnóstico confirmado de pré-eclâmpsia e idade gestacional inferior a 34 semanas, o exame pode predizer o risco de desenvolvimento das formas graves da doença, como:

      • Síndrome HELLP

      • Edema pulmonar

      • Hemorragia cerebral

      • Eclâmpsia

      • Insuficiência Renal

      • Complicações fetais, como restrição de crescimento e diástole zero em artéria umbilical

      • Agravamento da condição clínica, exigindo a antecipação do parto

 

O Lab Hormon tem este exame disponível para as gestantes, consulte seu médico!


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