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Biomarcadores sFlT/PlGF: exame pode predizer risco de pré-eclâmpsia. Exame disponível no Lab Hormon!

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02 de março de 2016 | Por: Lab Hormon

Análise do sangue materno auxilia no diagnóstico precoce da doença

O exame de biomarcadores para pré-eclâmpsia é utilizado para auxiliar no diagnóstico de pré-eclâmpsia antes mesmo dos primeiros sinais clínicos. Além disso, nas pacientes com diagnóstico de pré-eclâmpsia, os biomarcadores permitem predizer a gravidade da doença hipertensiva, auxiliando o médico na condução, aconselhamento e previsão dos riscos.

A pré-eclâmpsia é definida pelo aumento da pressão arterial associada à proteinúria (perda de proteínas na urina) após a 20 ª semana de gestação. É considerada uma importante causa de morbidade e mortalidade materna, fetal e neonatal no mundo, acometendo cerca de 5 a 10% de todas as gestações. Os distúrbios hipertensivos estão entre as três principais causas de morte materna no Brasil e no mundo.

Para diagnosticar a doença, o exame analisa a concentração de duas moléculas no sangue da gestante: a sFlT-1 (tirosina quinase solúvel) e o PlGF (fator de crescimento placentário). Em gestantes que desenvolvem pré-eclâmpsia, verificou-se que os níveis de sFlT-1 estão elevados e os níveis de PlGF reduzidos quando comparados com uma gravidez normal, mesmo antes de ocorrerem os sintomas clínicos.

Estes biomarcadores são analisados em conjunto e a relação entre eles (sFlT-1/PlGF) traz informações importantes como gravidade da doença e risco de aparecimento da doença nos próximos dias.

Indicações

Embora não faça parte da rotina de pré-natal normal, este exame pode ser realizado a partir de 20 semanas de gestação. As gestantes aconselhadas a realizar este exame são aquelas que possuem fatores de risco para pré-eclâmpsia, como:

      • Primeira gestação

      • Antecedentes pessoais de pré-eclâmpsia e eclâmpsia

      • Histórico familiar de pré-eclâmpsia e eclâmpsia

      • Hipertensão arterial crônica

      • Doença renal pré-existente

      • Obesidade

      • Gestação de gêmeos

      • Diabetes mellitus

      • Trombofilias (alterações na coagulação sanguínea que aumentam o risco de trombose)

      • Doença trofoblástica gestacional

      • Isoimunização Rh

      • Histórico de restrição de crescimento intrauterino

      • Descolamento prematuro de placenta em gestação anterior

      • Há casos também em que a gestante não possui fatores de risco para pré-eclâmpsia, mas apresenta sintomas que podem justificar a realização do exame de biomarcadores sFlT-1/PlGF. Alguns desses sintomas são:

      • Cefaleia

      • Alterações Visuais

      • Dor de estômago

        Entretanto, existem situações em que os sinais e sintomas não são tão graves ou evidentes, e a coleta dos biomarcadores poderia auxiliar no diagnóstico. Por exemplo:

      • Gestantes com aumento da pressão arterial sem outras alterações

      • Restrição de crescimento intrauterino de forma isolada

Gestantes com edema importante sem causa aparente.Em pacientes com diagnóstico confirmado de pré-eclâmpsia e idade gestacional inferior a 34 semanas, o exame pode predizer o risco de desenvolvimento das formas graves da doença, como:

      • Síndrome HELLP

      • Edema pulmonar

      • Hemorragia cerebral

      • Eclâmpsia

      • Insuficiência Renal

      • Complicações fetais, como restrição de crescimento e diástole zero em artéria umbilical

      • Agravamento da condição clínica, exigindo a antecipação do parto

 

O Lab Hormon tem este exame disponível para as gestantes, consulte seu médico!

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