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Médicos alertam para forma errada de combater a falta de vitamina D

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14 de setembro de 2015 | Por: Lab Hormon

FONTE: www.globo.com

Sociedade Brasileira de Dermatologia faz um alerta importante: “mesmo quem tem falta de vitamina D, não deve nunca abrir mão do protetor solar”.

Mesmo nesse inverno iluminado e quente, muitos brasileiros têm recebido um diagnóstico médico de deficiência de vitamina D. É um nutriente que o corpo humano produz a partir da exposição ao sol. Só que, para tentar corrigir essa carência, tem gente deixando de se proteger.

Mesmo morando no Rio de Janeiro, Érika sempre fugiu da praia. Da praia, não, do sol.

É bonito, um bronzeado, mas eu acho que ao mesmo tempo não é uma coisa saudável pra pele. Você descasca, você arde”, conta Érika Xavier, jornalista.

Vivendo a maior parte do tempo assim, entre quatro paredes, ela não se espantou nem um pouco quando recebeu o diagnóstico alguns meses atrás: “Falta de vitamina D”.

A luz do sol é a principal fonte dessa vitamina. Isso é um problema para quem vive encapotado, em países com inverno escuro e rigoroso, como a Suécia, Dinamarca, Finlândia. Só que mesmo no Brasil, onde em boa parte do país o inverno tem sol, a falta de vitamina D é um problema mais comum do que a gente imagina.

Ela é importante para o nosso organismo absorver o cálcio. Fundamental no crescimento das crianças e no fortalecimento dos ossos na idade adulta.

O nosso organismo produz a vitamina D em duas etapas. Primeiro, os alimentos fazem o fígado produzir uma pré-vitamina, que entra na corrente sanguínea. Na pele, essa substância recebe a energia que vem do sol, e se transforma em vitamina D.

A chamada hipovitaminose D é mais comum em obesos, hipertensos e nas pessoas acima dos 60 anos. Em alguns casos, os médicos podem receitar um suplemento da vitamina. É como o sol em forma de comprimido. Mas o remédio mais comum, não vende na farmácia, não, é o sol.

Só que a Sociedade Brasileira de Dermatologia faz um alerta importante: “mesmo quem tem falta de vitamina D, não deve nunca abrir mão do protetor solar”.

A nossa pele precisa de pouco sol para produzir o que a gente precisa de vitamina D. E, no Brasil, pouco sol, já é muito.

Dez minutos de sol, duas vezes por semana, numa área correspondente à face e às mãos já é suficiente para sintetizar a vitamina D. Sempre com filtro solar”, diz Gabriel Gontijo, presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

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