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Marcador tumoral HE4 para diagnóstico precoce do câncer de ovário – Exame disponível no Lab Hormon!

O câncer de ovário é a quarta causa de morte mais comum por câncer em mulheres em todo o mundo. A forma mais letal de câncer ginecológico, o câncer de ovário é potencialmente curável se diagnosticado cedo. No entanto, menos de 30% de todos os casos de câncer do ovário são diagnos- ticados nos estágios I/II. De acordo com a Agência Internacional de Pesquisa sobre Câncer, a taxa de sobrevida de pacientes que detectaram a doença após cinco anos é de 46%. No entanto, quando a doença é diagnosticada mais cedo, a taxa de sobrevida aumenta para 94%.
O diagnóstico quando realizado cedo leva a um excelente prognóstico, porém, quando o estágio da doença já está avançado, o que ocorre com aproximadamente 70% das pacientes, a taxa de sobrevida é <20%, mesmo quando realizadas cirurgia e quimioterapia.
Para o diagnóstico precoce da doença o marcador tumoral CA-125 tem sido utilizado em casos de pacientes com massa pélvica, mas suas especificidade e sensibi- lidade em pacientes pré e pós-menopausa são baixas. Com isso, o uso de um painel de marcadores para melhorar a sensibilidade e especificidade foi extensamente investigado.
Similar ao CA-125, o HE4 é encontrado em tumores epiteliais de ovário, sendo usado em conjunto com o CA-125 para identificação e monitoramento das pacientes. O HE4, proteína epididimal humana, inicialmente identificado como um dos quatro cDNAs (DNA complementar), altamente expressos no epidídimo humano, foi posteriormente encontrado em tecidos de carcinomas epiteliais do ovário.
O HE4 pertence à família de proteínas de soro ácido de domínio 4-dissulfeto (WFDC) com suspeita de propriedades inibidoras à tripsina. A primeira determinação de HE4 ocorreu no epitélio do epidídimo distal. Esse biomarcador tem pouca expressão em epitélios dos tecidos respiratórios e reprodutivos, incluindo ovários, mas alta expressão no tecido de câncer de ovário. Adicionalmente, altos níveis secretados podem ser encontrados no soro de pacientes com câncer de ovário, por esse ser um biomarcador sorológico que, comparado aos outros utilizados previamente, possui sensibilidade aumentada para a detecção do câncer de ovário, principalmente no estágio I da doença.
A combinação desses dois marcadores tumorais, CA-125 e HE4, resulta em maior acurácia que qualquer um deles isoladamente, sendo possível a determinação de massa pélvica benigna ou maligna em mulheres pré e pós meno- pausa.4,9 Huhtinen et al relataram uma sensibilidade de 78,6% e 95% de especificidade no carcinoma ovariano vs. cistos endometriais.
Além da combinação com o CA-125 para diagnóstico, o HE4 melhora o gerenciamento da terapia no câncer de ovário, sendo útil na triagem de pacientes com massa pélvica, e irá auxiliar os médicos a determinar o melhor tratamento para seus pacientes. Os níveis de HE4 se correlacionam com a resposta clínica à terapia ou recorrência em mulheres com diagnóstico de carcinoma de ovário, como determinado pela imagem CT, gerando a possibilidade de o HE4 ser também um importante marcador precoce de recorrência da doença.
Referências bibliográficas:
1. Picle, L.W. et al. A new method of estimating United States and state-level cancer incidence counts for the current calendar year.  Cancer J. Clin. 2007; 57:30-42
2. Havrilesky, L. et al. (2008). Evaluation of biomarker panels for early stage ovarian cancer detection and monitoring for disease recurrence. Gynecol. Oncol., 110: 374–382.
3. Hellström, I.; Raycraft J.; Hayder-Ledbetter, M.; et al. – The HE4 (WFDC2) Protein is a Biomarker for Ovarian Carcinoma
4. Moore, R.G. et al. (2008). The use of multiple novel tumor biomarkers for the detection of ovarian carcinoma in patients with a pelvic mass. Gynecologic Oncology, 108, 402–408.
5. Devan, S.M; Pailoor, J.; Sthaneshwar, P.; Vallikkany N.(2013). Pattern of Tissue Expression of CA-125 and HE4 in Primary Epithelial Ovarian Tumours and Correlation with Serum CA-125 Levels. Asian Pac J Cancer Prev, 14(8), 4545-4548.
6. Montagnana, M.; Lippi, G.; Ruzzenente, O.; Bresciani, V.; Danese, E.; Danese, E.; Scevarolli, S.; Salvagno, G.L.; Giudici, S.; Franchi M.; Guidi, G.C. (2009) The utility of serum human epididymis protein 4 (HE4) in patientes with a pelvic mass. J Clin Lab Anal., 23(5): 331-335
7.  Drapkin, R. et al (2013). Human Epididymis Protein 4 (HE4) Is a Secreted Glyco-protein that Is Overexpressed by Serous and Endometrioid Ovarian Carcinomas
8. Huhtinen, K. et al. (2009). Serum HE4 concentration differentiates malig- nant ovarian tumours from ovarian endometriotic cysts. British J. Cancer,100, 1315-1319.
9. Moore, R.G. et al. (2009). A novel multiple marker bioassay utilizing HE4 and CA125 for the prediction of ovarian cancer in patients with a pelvic mass. Gynecologic Oncology, 112, 40-46.
10. Malkasian, G.D., et al. (1988). Preoperative evaluation of serum CA 125 levels in premenopausal and postmenopausal patients with pelvic masses: discrimination of benign from malignant disease. Am. J. Obstet. Gynecol.;159, 341-346.
11. Van Gorp, T.; Cadron, I.; Despierre, E.; Daemen, A.; Leunen, K.; Amant, F.; Timmerman, D.; De Moor, B.; Vergote, I. (2011) HE4 and CA125 as a diagnostic test in ovarian cancer: prospective validation of the Risk Of Ovarian Malignancy Algorithm. British Journal Of Cancer, 104, 863-870.
12. Roche multicenter evaluation study. Data on file at Roche.
13. Allard, J. et al. (2008). Use of a novel biomarker HE4 for monitoring patients with epithelial ovarian cancer.; 26 (Suppl.), Abstract 5535.


Mamografia – não adie este exame!

Filhos, marido, casa, trabalho… Quantas mulheres acima dos 40 anos podem se identificar com esta frase? Muitas vezes, a falta de tempo ou até mesmo algum incômodo ocasionado pelo exame, pode fazer com que você adie a mamografia.

O câncer de mama é causado por alterações genéticas, podendo ser estimuladas por fatores do ambiente em que vivemos, como: tabagismo, reposição hormonal, menstruar com pouca idade, menopausa em idade avançada, baixo número de gravidez, engravidar acima dos 35 anos, obesidade, ingestão de bebidas alcoólicas ou fatores genéticos. Se houver casos de câncer de mama na família (mãe e/ou irmã), existe um risco maior de desenvolver a doença. Mas, 85% das mulheres com câncer de mama não tem histórico familiar, sendo mais comum em mulheres acima dos 55 anos. Caso você tenha mãe e/ou irmã que tiveram câncer de mama, recomenda-se realizar o exame acima dos 35 anos anualmente e, acima dos 70 anos com frequência recomendada pelo médico responsável.

A mamografia é recomendada mesmo que você tenha o hábito de realizar o auto-exame e não encontre nódulos, tumores podem ser tão pequenos que passam despercebidos ao toque dos seus dedos.

Em algumas mulheres, o exame pode provocar sensibilidade maior e algum desconforto, lembre-se que o exame é rápido. Para ajudar a diminuir esta sensação, você deve agendar seu exame depois do ciclo menstrual; pode tomar um analgésico antes do exame para ajudar a aliviar o incômodo; alerte a equipe técnica sobre sua sensibilidade, tornando o exame uma experiência positiva.

O Lab Hormon disponibiliza o exame de mamografia digital. Consulte-nos para maiores informações!

Como aumentar massa magra através da alimentação?

Para o ganho ou manutenção da massa muscular através da alimentação, além das proteínas é fundamental o carboidrato, gorduras boas, vitaminas e minerais. Saiba quais os principais alimentos que podem ser aliados nisso: 

1. Frango: É uma boa opção de proteína, escolha o filé ou peito de frango, porque cortes mais gordurosos com pele por exemplo são ricos em gorduras saturadas e colesterol. Essa proteína de origem animal, considerada de alto valor biológico, aminoácidos essenciais em que nosso organismo necessita e tem um grande aproveitamento. A quantidade a ser consumida varia de acordo com cada indivíduo e um filé pequeno apresenta em média 100 gramas.

2. Ovo: Consumir a clara ou a gema é melhor para os músculos? As duas! A clara, mais especificamente na ovoalbumina (proteína da clara), há uma boa quantidade de leucina, um aminoácido utilizado em suplemento nutricional que evita a perda de musculatura e é consumido por alguns atletas. E a gema? Ela apresenta gorduras boas, insaturadas e ômega 3, substâncias com o poder de combater os processos inflamatórios provocados durante o exercício, facilitando a recuperação dos músculos.

 3. Feijão com arroz: Essa parceria é perfeita porque os aminoácidos do feijão se unem aos do arroz e formam proteína. O arroz integral é o mais indicado fornecendo, aminoácidos, fibras e vitaminas do complexo B. Essa dupla contribui para reparar os músculos. Fornece carboidrato, muita energia e um outro combustível importante para o processo de recuperação da musculatura.

4. Tofu: Ele concentra proteína e cálcio, protegendo músculos e ossos. Também é rico em magnésio, mineral que evita o enfraquecimento dos compostos que participam do processo de fornecimento de energia. Mas o que mais se destaca no tofu são as isoflavonas, – substâncias que contribuem para o equilíbrio dos hormônios femininos. Sim, tem haver com a massa magra, quando os hormônios estão em equilíbrio, o acúmulo de gordura diminui e os músculos trabalhados no exercício são mais evidenciados.  

5. Quinua: São raros os vegetais com a quantidade e qualidade de proteína da quinua. Em cada grão, ela carrega aminoácidos essenciais, sendo três de cadeia ramificada (leucina, valina e isoleucina) – aminoácidos também presentes em suplementos nutricionais utilizados para quem praticantes de atividade física antes e depois do treino para preservar os músculos. “Um alimento excelente para o ganho de massa magra, com a vantagem de ter pouca gordura e ser livre de colesterol e açúcar, contém carboidrato que garante energia, além de fibras, vitaminas e minerais. 

 6. Banana: Antes da atividade física é uma ótima opção, fonte de carboidratos que fornecem energia e dão aquele pique e ainda tem potássio, mineral que participa da produção de glicogênio (reserva de energia do músculo).

 7. Iogurte natural desnatado: O iogurte é uma boa opção de lanche pós-treino. Fonte de proteínas e carboidratos. Nessa fase, a proteína é mais aproveitada para a recuperação e a construção do músculo. Fonte de cálcio também, um mineral muito importante no processo da queima de gordura, formação da massa óssea e contração muscular.

8. Água: As células precisam ser bem hidratadas para que a síntese de proteína aconteça com mais facilidade. Essencial uma boa hidratação ao longo do dia nos intervalos das refeições. 

9. Castanha-do-pará: Mais que recomendado, fornece gorduras boas e ricas em selênio, substância antioxidante que previne o envelhecimento das células e doenças e anti-inflamatórias que combatem os processos inflamatórios desencadeados pelo exercício.

 10. Salmão: Mais que proteína, o salmão é boa fonte de ômega 3, gordura que ajuda a combater os processos inflamatórios provocados pelo exercício, facilitando a recuperação dos músculos. “Quanto mais rápido as fibras musculares se recompõem, maior é o ganho de massa magra. Outras fontes excelentes são o atum e a sardinha. Além da vitamina D importantíssima que regula outras vitaminas e minerais em nosso organismo, agindo como um hormônio, aumentando as concentrações de cálcio, favorecendo a mineralização óssea.

Estes são alguns dos alimentos que são recomendados ter em seu cardápio diário para contribuir com uma dieta saudável, ganho de massa magra e garantir os objetivos almejados e claro, sempre respeitando as individualidades e consultando com um profissional especializado.

Dra. Renata Graziela, Nutricionista diretora na Bem Estar Light, especializada pelo Hospital Israelita Albert Einstein.

contato@bemestarlight.com.br

Tel. (11) 4251-3000

http://www.bemestarlight.com.br

Novos testes genéticos preventivos para várias doenças já estão disponíveis no Lab Hormon

Consulte-nos!

Você sabia que existe um exame mais moderno que o papanicolau?

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A metodologia de CITOLOGIA EM MEIO LÍQUIDO tem sido utilizada cada vez mais devido a um aumento na sensibilidade e adicionais vantagens sobre a citologia convencional (papanicolau). A amostra é coletada de forma similar ao papanicolau, no entanto, invés de ser colocada diretamente em lâmina de vidro, como realizada na coleta convencional, a ponta da espátula ou escova, é colocada em solução conservante (meio líquido). Neste método a espátula ou escova são lavadas dentro do frasco, fazendo com que todas as células colhidas e que possam estar alteradas sejam analisadas, diminuindo a chance de um resultado falso-negativo.

As vantagens mais importantes são:

* Sensibilidade de até 85% no diagnóstico de lesões de baixo grau contra 64% na técnica convencional;
* Utilização do material residual para realização de testes moleculares (como: genotipagem de HPV e pesquisas de Chlamydia e Neisseria;
* Redução de testes falso-negativos;
* Melhor disposição das células a serem analisadas e redução na presença de interferentes como: muco, exsudato inflamatório e hemácias no material a ser avaliado

 

Consulte seu médico e pergunte sobre a citologia em meio líquido!

Para maiores informações, consulte-nos!

Perfil Genético para doenças cardiovasculares. Sim, este exame existe! Disponível para você no LabHormon

A doença cardiovascular é a primeira causa de hospitalização e morte na população brasileira. Podemos definir o risco cardiovascular como a probabilidade de sofrer eventos em dez anos.

Segundo diferentes funções de risco (SCORE, Framingham, PROCAM ou REGICOR), os pacientes se classificam em quatro grupos de risco: baixo (inferior a 5%), moderado (5% a 9,9%), alto (10% a 14,9%) e muito alto (superior a 15%). Unicamente 37,5% dos eventos cardiovasculares ocorrem nos grupos de risco alto e muito alto, o que indica que a prevenção primária de DCV é especialmente importante.

A maioria dos eventos cardiovasculares na população brasileira ocorrem nos grupos de risco baixo e moderado.

Podemos classificar os fatores de risco cardiovascular em modificáveis e não modificáveis. A presença de fatores não modificáveis implica que os objetivos terapêuticos sobre os fatores modificáveis devem ser mais exigentes.

O fato de mais da metade dos eventos cardiovasculares ocorrerem em pacientes classificados como risco baixo ou moderado significa que as funções atuais de estimativa de risco cardiovascular não são de todos eficazes. A incorporação dos fatores genéticos nos algoritmos do risco possibilita a estratificação do risco cardiovascular de forma mais precisa, identificando os pacientes que necessitam objetivos terapêuticos mais estritos.

O perfil genético para doenças cardiovasculares possibilita estabelecer, de forma precisa e confiável, o risco cardiovascular teórico a longo prazo.

A análise consiste na avaliação de 125 polimorfismos genéticos, destes, 114 associados a fatores de riscos cardiovasculares clássicos e, 11 independentes deles. Constatou-se que há uma relação direta e linear entre o número de alelos de risco e o número de eventos cardiovasculares, ou seja, quanto mais alelos de risco maior o risco cardiovascular.

O perfil genético para doenças cardiovasculares une a informação genética, informação clínica e estilo de vida do paciente, onde podemos determinar o risco cardiovascular real, utilizando como base o risco genético e relativo, concluindo a idade cardiovascular do paciente.

Podemos incluir na lista, fatores de riscos clássicos, como: dislipidemias, hipertensão arterial, Diabetes mellitus, obesidade, trombose, dependência a nicotina.

Os achados deste exame permite que 15% dos pacientes (1/6) com risco moderado sejam classificados corretamente no grupo de risco alto.

Este exame é especialmente indicado para:

– pessoas de risco cardiovascular moderado;

– Pessoas com antecedentes familiares de doença cardiovascular;

– Pessoas maiores de 35 anos classificadas como risco baixo e sem antecedentes familiares.

Está de dieta? Temos um novo exame para você!

NUTRIGENÉTICA

Está de dieta? O regime funciona tão bem para a sua amiga, mas não com você? Por que aquela gordurinha da barriga não some de jeito nenhum? Um novo teste genético pode ajudar a descobrir essas respostas. Já pensou em ter uma dieta formulada especialmente para você, de acordo com o DNA e a herança genética que recebeu de seus pais e avós? Por meio de um teste feito com uma amostra da saliva, é possível saber se os genes explicam a tendência a engordar, acumular gordura abdominal, ser magra demais ou até mesmo ter o apetite descontrolado. Pergunte-nos sobre este novo exame disponível no Lab Hormon.

Nutrigenética – sua genética, nutrição e medicina juntas. Disponível no LabHormon para você!

A nutrigenética estuda a interação gene-nutriente em nível molecular. A Genômica nutricional é um campo emergente nas ciências da saúde e é considerada próxima fronteira da era pós-genoma. É composta por duas sub-disciplinas distintas, mas que se complementam, para resultar na nutrição personalizada: a nutrigenômica e a nutrigenética. A nutrigenômica considera a influência de nutrientes específicos ou dietas complexas na expressão gênica, por outro a nutrigenética estuda como a variabilidade genética interfere na resposta individual à dieta.

Nosso estado de saúde depende muito de nossos genes, nossas condições ambientais e nossos hábitos nutricionais.

Apesar de nossa constituição genética ser fixa, nossa nutrição e estilo de vida que influenciam a expressão de nossos genes, são variáveis. Assim, eles podem ser adaptados ao nosso retrospecto genético e necessidades exclusivas (nutrigenética).

Ao atuar na expressão dos genes, déficits relacionados a constituição genética individual podem ser contrabalanceados e sua repercussão negativa na saúde pode ser reduzida, postergada ou mesmo prevenida (Nutrigenômica).

O exame de Nutrigenética avalia variações genéticas associadas a alimentação, comportamento alimenta, e risco do desenvolvimento de doenças crônicas:

– genes associados à obesidade;

– regulação do metabolismo lipídico;

– risco do desenvolvimento de Diabetes Mellitus;

– hipertensão arterial sistêmica;

– metabolismo de vitaminas;

– intolerâncias alimentares;

– modulação da resposta inflamatória e estresse oxidativo/destoxificação.

A genômica nutricional é um novo campo das ciências, considerada a próxima fronteira da era pós-genoma.

Com este exame é possível receber uma recomendação nutricional personalizada de acordo com o seu mapa genético.

Futura mamãe: Muitos sonhos e algumas dúvidas…

 Ecografia, ácido fólico, rastreio pré-natal, dieta e exercício físico são algumas das dúvidas das futuras mamães, que podem ser esclarecidas na consulta pré-natal, visando sempre a saúde e bem estar do bebê.
E pensando nisso, o Lab Hormon trouxe para suas unidades o Harmony Test, exame pré-natal não invasivo, de alta confiabilidade, segurança e precisão. Acompanhe o vídeo explicativo e descubra como funciona esse novo teste pré-natal não invasivo:

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