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Você se considera uma pessoa prevenida? Caso sua resposta seja sim, temos um novo exame para você!

A aterosclerose e a trombose são as duas maiores manifestações de doença cardiovascular. Atualmente, sabe-se que alguns fatores de risco para doença cardiovascular possuem componente genético significante, como colesterol total, HDL (colesterol), triglicérides, fibrinogênio, homocisteína e a pressão sanguínea.

Os cientistas encontraram algumas variações genéticas no metabolismo das gorduras (APOB e APOE), no controle da pressão sanguínea (ECA), na hemostase (FV de Leiden, protrombina, fator XIII, fibrinogênio) e em medidores de oxidação que contribuem para o risco de doença cardiovascular.

Nesse teste são avaliados os genes considerados mais importantes até o momento envolvidos na disfunção endotelial, hiperlipidemia, hipertensão, inflamação e variações genéticas responsáveis pelo sistema de coagulação, que podem levar à trombose.

Perfil Genético para doenças cardiovasculares. Sim, este exame existe! Disponível para você no LabHormon

A doença cardiovascular é a primeira causa de hospitalização e morte na população brasileira. Podemos definir o risco cardiovascular como a probabilidade de sofrer eventos em dez anos.

Segundo diferentes funções de risco (SCORE, Framingham, PROCAM ou REGICOR), os pacientes se classificam em quatro grupos de risco: baixo (inferior a 5%), moderado (5% a 9,9%), alto (10% a 14,9%) e muito alto (superior a 15%). Unicamente 37,5% dos eventos cardiovasculares ocorrem nos grupos de risco alto e muito alto, o que indica que a prevenção primária de DCV é especialmente importante.

A maioria dos eventos cardiovasculares na população brasileira ocorrem nos grupos de risco baixo e moderado.

Podemos classificar os fatores de risco cardiovascular em modificáveis e não modificáveis. A presença de fatores não modificáveis implica que os objetivos terapêuticos sobre os fatores modificáveis devem ser mais exigentes.

O fato de mais da metade dos eventos cardiovasculares ocorrerem em pacientes classificados como risco baixo ou moderado significa que as funções atuais de estimativa de risco cardiovascular não são de todos eficazes. A incorporação dos fatores genéticos nos algoritmos do risco possibilita a estratificação do risco cardiovascular de forma mais precisa, identificando os pacientes que necessitam objetivos terapêuticos mais estritos.

O perfil genético para doenças cardiovasculares possibilita estabelecer, de forma precisa e confiável, o risco cardiovascular teórico a longo prazo.

A análise consiste na avaliação de 125 polimorfismos genéticos, destes, 114 associados a fatores de riscos cardiovasculares clássicos e, 11 independentes deles. Constatou-se que há uma relação direta e linear entre o número de alelos de risco e o número de eventos cardiovasculares, ou seja, quanto mais alelos de risco maior o risco cardiovascular.

O perfil genético para doenças cardiovasculares une a informação genética, informação clínica e estilo de vida do paciente, onde podemos determinar o risco cardiovascular real, utilizando como base o risco genético e relativo, concluindo a idade cardiovascular do paciente.

Podemos incluir na lista, fatores de riscos clássicos, como: dislipidemias, hipertensão arterial, Diabetes mellitus, obesidade, trombose, dependência a nicotina.

Os achados deste exame permite que 15% dos pacientes (1/6) com risco moderado sejam classificados corretamente no grupo de risco alto.

Este exame é especialmente indicado para:

– pessoas de risco cardiovascular moderado;

– Pessoas com antecedentes familiares de doença cardiovascular;

– Pessoas maiores de 35 anos classificadas como risco baixo e sem antecedentes familiares.


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