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Posts com a Tag ‘H1N1’

Influenza A/H1N1

O vírus H1N1 foi o responsável pela pandemia mundial de 2009, e é altamente contagioso e traz risco de complicações que podem levar a morte

A gripe por influenza A (subtipo H1N1) é uma doença respiratória e contagiosa, cuja transmissão ocorre principalmente por aerossóis que são geralmente expelidos por indivíduos doentes ao tossir ou espirrar. O contato com superfícies contaminadas por secreções respiratórias de pessoas infectadas também pode transmitir a doença.

O vírus H1N1 aparece sazonalmente entre os humanos. Ainda que este vírus esteja presente em suínos, a contaminação não ocorre pela ingestão de carne de porco e derivados.

A população precisa ficar atenta aos sintomas, principalmente as pessoas dos grupos de risco, visto que complicações graves podem ocorrer principalmente em pessoas imunocomprometidas, crianças com menos de 2 anos de idade, adultos acima de 60 anos e gestantes.

De acordo com o boletim divulgado pelo Ministério da Saúde, até o dia 9 de abril deste ano, foram registrados 1.012 casos de síndrome respiratória aguda grave provocados pela influenza A (H1N1).

Em duas semanas o número de óbitos mais que dobrou, passando de 71, até 26 de março, para 153 casos. Com relação ao número de óbitos por região, São Paulo segue no topo da lista, com 91 registros, seguido por Santa Catarina (10) e Goiás (9).

A vacinação é a melhor forma de se prevenir contra a influenza A (Foto: Osnei Restio/Pref. de Nova Odessa)

A vacinação é a melhor forma de se prevenir contra a influenza A (Foto: Osnei Restio/Pref. de Nova Odessa)

Sintomas

A manifestação clínica da gripe H1N1 é semelhante ao da gripe normal, incluindo tosse, febre, dor de garganta e cabeça, cansaço, dor muscular e fadiga. Entretanto, um dos principais sintomas da H1N1 é a febre alta e repentina.

A infecção também pode ser assintomática e passar despercebida ou até mesmo ser confundida como um resfriado normal. A principal complicação da gripe H1N1 é decorrente de crises de insuficiência respiratória, que pode levar o paciente a óbito quando não diagnosticada e tratada em caráter de urgência.

Diagnóstico

A técnica de diagnóstico preconizada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para confirmação laboratorial do Influenza A(H1N1) é a RT-PCR e são analisadas amostras de secreções respiratórias.

Como é o tratamento do H1N1?

O tratamento consiste em uma boa hidratação, repouso e uso de medicamento antiviral específico.

Idosos, crianças, gestantes, portadores de doenças crônicas como o diabetes e insuficiência renal, transplantados, soropositivos e doentes com câncer em tratamento com quimioterapia costumam desenvolver complicações graves quando contraem gripes e, por isso, precisam tomar o antiviral.

Um dos antivirais utilizado no tratamento é o Oseltamivir (mais conhecido pela marca Tamiflu), distribuído pela rede pública para hospitais e unidades básicas de saúde.

Para que a eficácia do medicamento seja maior, é importante que o paciente consiga tomar a medicação nas primeiras 48 horas do início dos sintomas..

Prevenção

Pacientes diagnosticados com H1N1 devem permanecer em casa e evitar locais e contato próximo com outras pessoas.

Outros tipos de cuidados também auxiliam na prevenção, como lavar bem as mãos depois de tossir e espirrar e evitar tocar olhos, nariz e boca.

Vale ressaltar que, a orientação das crianças para que adotem estes costumes é de extrema importância para evitar não só a gripe H1N1 mas diferentes tipos de doenças já que é desta forma que ocorre a disseminação de muitos microorganismos.

Ademais, a vacinação é a melhor forma de se prevenir contra a influenza A, e seguindo a recomendação do Ministério da Saúde está disponível na rede pública gratuitamente para os grupos abaixo:

Idade igual ou superior a 60 anos;

Crianças de 6 meses a menores de 5 anos de idade;

Gestantes;

Puérperas;

População indígena;

Funcionários e população carcerária;

Portadores de doenças crônicas;

Trabalhadores da área da saúde.

A vacina administrada é a trivalente, que protege contra os vírus influenza A (H1N1 e H3N2) e influenza B.

Curiosidade

Uma pandemia ocorre quando uma doença infecciosa atinge grande parte de uma população de uma determinada região (cidade, estado, país) podendo ter até mesmo um alcance global. Os principais exemplos de doenças pandêmicas foram a peste negra na Europa no século XIV e a gripe espanhola entre os anos de 1918 e 1919, ambos casos levaram a contaminação e óbito de um enorme número de pessoas.

 

Marcel Alex Machado, biomédico e colunista do Jornal Gazeta de São Paulo

Marcel Alex Machado, biomédico e colunista do Jornal Gazeta de São Paulo

http://marcelmachado.com.br/2016/04/28/influenza-h1n1/

 

 

7 mitos e verdades sobre a Gripe A – Exame para H1N1 disponível no Lab Hormon

A gripe A, também conhecida como gripe suína é causada pelo vírus H1N1, que é transmitido pelo ar, de pessoa para pessoa, através de gotículas de saliva de um indivíduo doente para outro saudável. O diagnóstico desta gripe é feito através de exame de sangue, pois os seus sintomas são semelhantes aos da gripe comum, sendo apenas um pouco mais fortes.

Como esta é uma nova gripe, é normal surgirem dúvidas sobre o assunto, por isso veja a seguir os mitos e verdade relacionados a esta doença.

1.Posso pegar Gripe H1N1 através do consumo de carne de porco.

Mito. É verdade que o ciclo de vida do vírus H1N1 passa pelo porco, mas ele só é transmitido entre as pessoas através da saliva, espirro e contato com secreções do paciente doente, da mesma forma que ocorre com a gripe comum.

2. Pessoas gripadas podem tomar a vacina do H1N1.

Verdade. Pessoas gripadas, mas sem apresentar febre, podem tomar a vacina do H1N1. Esta vacina está contraindicada apenas para bebês com menos de 6 meses de vida, pessoas com febre, com doença neurológica ou que tenham alergia ao ovo ou às substâncias timerosal, presente no Merthiolate, e à neomicina.

3. A vacina contra gripe A pode causar a morte.

Mito. Essa teoria surgiu devido à presença de duas substâncias na vacina, o mercúrio e o óleo de esqualeno. No entanto, a verdade é que o mercúrio utilizado é o etilmercúrio, que é um conservante que também faz parte de outras vacinas como a da difteria e do tétano. Já o óleo esqualeno é uma substância que está presente no nosso organismo naturalmente, e que é usada na vacina para aumentar a sua eficácia.

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4. Mulheres grávidas e que amamentam podem tomar a vacina.

Verdade. Mulheres que estão grávidas ou que amamentam podem tomar a vacina normalmente, independente da idade gestacional. No entanto, a aplicação da vacina só deve ser feita após obter a autorização do obstetra.

5. Os efeitos colaterais da vacina são muito fortes.

Mito. A maior parte das pessoas não sentem qualquer efeito colateral após tomar a vacina, mas quando eles aparecem costumam durar apenas cerca de 2 dias, e os sintomas podem ser dor no local da aplicação da vacina, febre baixa e mal estar.

6. O vírus usado na vacina está morto, por isso não causa a gripe A.

Verdade. O tipo de vírus utilizado para produzir a vacina contra a gripe A é o vírus inativado, ou seja, ela é composta por vírus mortos e divididos em pedaços, não sendo possível ficar doente com a gripe A por causa da vacinação.

7. Usar erva-doce no lugar do remédio Tamiflu funciona para combater a gripe A.

Mito. Esse mito surgiu porque a erva-doce também possui o composto anis estrelado, que é usado para fabricar o remédio. No entanto, o anis usado no Tamiflu é retirado de uma planta originária da China, não sendo igual ao da erva-doce encontrada no Brasil. É permitido tomar o chá de erva-doce durante a gripe A, mas se os sintomas piorarem, é preciso ir ao médico porque apenas os verdadeiros remédios irão ajudar.

Fonte: http://www.tuasaude.com/gripe-a-h1n1/


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